ECONOMIA
Hidratado Sofre Queda, Enquanto Anidro Registra Valorização na Semana
ECONOMIA
Desempenho misto no mercado de etanol entre 9 e 13 de dezembro
Os preços do etanol hidratado e anidro apresentaram variações distintas na última semana, entre os dias 9 e 13 de dezembro, conforme o Indicador Cepea/Esalq da USP. O etanol hidratado, utilizado em veículos flex e originalmente para carros a álcool, foi negociado pelas usinas a R$ 2,6259 por litro, uma leve queda de 0,14% em comparação com a semana anterior, quando o preço estava em R$ 2,6295.
Por outro lado, o etanol anidro, destinado à mistura com a gasolina, fechou a semana com valorização. O litro do anidro foi comercializado a R$ 2,9481, contra R$ 2,9291 da semana de 2 a 6 de dezembro, representando uma alta de 0,65% no comparativo entre os períodos.
Indicador Diário Paulínia Aponta Alta para o Etanol Hidratado
No mercado de Paulínia, o etanol hidratado apresentou uma leve alta na última sexta-feira (13), conforme o Indicador Diário. O biocombustível foi negociado a R$ 2.741,00 o metro cúbico (m³), ante R$ 2.735,00 no dia anterior, uma valorização de 0,22%. No acumulado do mês, o indicador aponta uma alta de 0,46%.
Esses movimentos refletem a dinâmica de oferta e demanda, influenciando diretamente os preços dos combustíveis no mercado interno.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


