ECONOMIA
Gasolina nos postos cai 0,9% uma semana após Petrobras reduzir preço nas refinarias
ECONOMIA
O médio do litro da gasolina nos postos de abastecimento de todo o país caiu 0,9%, para R$ 5,35 por litro, nesta semana entre os dias 18 e 24 de junho, informou há pouco a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na semana, o preço médio do insumo era de R$ 5,40 por litro.
A queda no varejo reflete a redução nos preços das refinarias da Petrobras, dominante no setor, implementada no fim da semana passada. Em 16 de junho, a estatal reduziu em R$ 0,13 ou 4,66% o preço do litro do insumo, o que foi transferido essa semana às bombas.
O Ministério de Minas e Energia e a ANP trabalham em conjunto para fiscalizar e garantir esse efeito de transferência dos descontos da Petrobras aos distribuidores para a ponta da cadeia, os motoristas.
Esta é a segunda semana seguida de quedas no preço da gasolina ao consumidor, após aumento pontual há duas semanas que refletiu o aumento do ICMS na maior parte dos estados, agora com valor fixo de R$ 1,22 por litro. Antes do impacto da volta do tributo, a gasolina acumulava quatro baixas seguidas nas bombas, sempre em linha com os movimentos baixistas dos preços da Petrobras.
Diesel e GLP
O diesel A S-10 também registrou queda no preço médio apurado nos postos de abastecimento no período, de 1%, para R$ 5,05 o litro ante R$ 5,10 na semana anterior, informou a ANP. Já o gás liquefeito de petróleo (GLP) ou gás de cozinha também apresentou uma queda, de 0,25%, no preço médio do botijão de 13 quilos nessa semana. O produto passou a custar, na média nacional, R$ 103,29 ante R$ 103,55 sete dias atrás.
“Estadão”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


