ECONOMIA
Gasolina, etanol e diesel recuam 0,5% na semana nos postos do país, aponta ANP
ECONOMIA
Os preços médios de gasolina, etanol e diesel tiveram leve queda de aproximadamente 0,5% nos postos do Brasil nesta semana, ante a anterior, segundo dados publicados pela reguladora ANP nesta sexta-feira.
O valor da gasolina recuou para média de 5,51 reais por litro, versus 5,54 reais na semana anterior.
Na mesma linha, o etanol hidratado, concorrente direto da gasolina nas bombas, teve média de 3,92 reais por litro, contra 3,94 reais na semana anterior.
O diesel S10, por sua vez, registrou média de 5,94 reais por litro, uma ligeira redução comparada aos 5,97 reais por litro da semana anterior.
O leve recuo ocorreu após a Petrobras ter anunciado um corte de 4,48% no preço médio do diesel vendido por ela para distribuidoras a partir de quinta-feira.
No entanto, o repasse de ajustes da Petrobras para os consumidores finais nos postos não é imediato e depende de uma série de questões como margem de distribuição e revenda, mistura de biocombustíveis e impostos.
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


