ECONOMIA
Gasolina e diesel ficam mais caros a partir de hoje (1º) no DF e todos os estados
ECONOMIA
Reajuste da alíquota de ICMS começa a valer nos postos de combustível em todo o Brasil. Veja os valores
Com a mudança, a alíquota para a gasolina e etanol passa de R$ 1,37 para R$ 1,47, enquanto que, para o diesel sobe de R$ 1,06 para R$ 1,02.
A mudança foi aprovada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em outubro de 2024. De acordo com a entidade, os ajustes refletem o compromisso dos estados em manter um sistema fiscal equilibrado, estável e transparente, que responda às variações de mercado e promova justiça tributária.
Vale destacar que a gasolina e o etanol são reajustados em uma alíquota única, visto que a gasolina vendida nos postos de combustível possui uma taxa de etanol na mistura, que atualmente é de 73% de gasolina A (que sai das refinarias) e 27% de etanol anidro.
Apesar do reajuste, os combustíveis no Brasil ainda estão bem mais baratos (em valores em dólar) do que em outros países, de acordo com estimativas do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie). Neste cálculo, realizado no final de 2024, a gasolina estaria 7,5% mais barata do que a média no exterior, enquanto que essa diferença no diesel chega a 15,5%.
Reajuste no diesel
Nesta sexta-feira (31/1), a Petrobras ainda anunciou um aumento no preço do diesel vendido para as distribuidoras. O reajuste é de R$ 0,22 e, diante disso, o valor comercializado do produto que sai das refinarias para os centros de distribuição passa de R$ 3,50 para R$ 3,72.
Com o aumento, a tendência é que o diesel volte a ficar mais caro que a média da gasolina comum nos postos do país. Segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o preço médio do diesel no Brasil na semana passada (18 a 25 de janeiro) foi de R$ 6,09, enquanto que a gasolina comum ficou em R$ 6,19.
“CB”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


