ECONOMIA
Gasolina dá leve alívio ao consumidor, mas preço médio passa de R$ 7
ECONOMIA
O preço médio da gasolina teve uma leve queda pela segunda semana seguida. Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o produto foi vendido, em média, a R$ 7,252 por litro.
O valor é 0,3% menor do que o registrado na semana passada, de R$ 7,275 por litro. A queda ocorre em meio à colheita da cana, que faz reduzir o preço do etanol anidro, misturado ao combustível.
O diesel também recuou depois de ter atingido recorde na semana passada. O preço médio do combustível foi de R$ 6,918 por litro nesta semana ante R$ 6,943 na última.
Em uma sequência de quatro semanas de queda, o preço médio do etanol hidratado caiu 0,7% nos postos, para R$ 5,186 por litro.
Segundo a ANP, o preço do gás de cozinha também registrou leve queda esta semana, com o botijão de 13 quilos sendo vendido por R$ 112,70. O preço do GNV (gás natural veicular) deu sequência à queda da última semana. O produto foi vendido, em média, a R$ 5,230 por metro cúbico.
“MSN”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


