ECONOMIA
Fluxo Cambial do Brasil Apresenta Déficit de US$ 4,565 Bilhões em Setembro, Indica Banco Central
ECONOMIA
Movimentações financeiras e comerciais contribuem para o resultado negativo
O Brasil registrou um fluxo cambial total negativo de US$ 4,565 bilhões até o dia 27 de setembro, conforme divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central. Este movimento é impulsionado tanto pela via financeira quanto pela comercial e refere-se a dados preliminares das estatísticas de câmbio contratado.
No canal financeiro, as saídas líquidas somaram US$ 4,034 bilhões no mesmo período. Esse canal abrange operações como investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucros e pagamentos de juros, entre outras transações.
Por sua vez, o canal comercial apresentou um saldo negativo de US$ 530 milhões até o dia 27 de setembro.
Desempenho Semanal
Na semana compreendida entre os dias 23 e 27 de setembro, o fluxo cambial total foi deficitário em US$ 164 milhões. Apesar desse resultado negativo, o acumulado do ano até o dia 27 de setembro mostra um fluxo cambial total positivo de US$ 6,182 bilhões.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


