ECONOMIA
Exportações de carne bovina crescem em receita e média diária até a quarta semana de novembro de 2024
ECONOMIA
Preço médio da carne bovina apresenta alta de 5,9%, impulsionando o faturamento
Até a quarta semana de novembro de 2024, as exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram 179,9 mil toneladas, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No mesmo período de 2023, o volume exportado foi de 187,9 mil toneladas, em 20 dias úteis.
A média diária de embarques até a quarta semana de novembro/24 foi de 12,8 mil toneladas, o que representa um avanço de 36,8% em comparação com a média de 9,3 mil toneladas registrada no mesmo mês de 2023.
Em relação ao preço médio, o valor da carne bovina alcançou US$ 4.864 por tonelada, com um aumento de 5,9% em relação a novembro de 2023, quando o preço era de US$ 4.592 por tonelada.
O faturamento total das exportações de carne bovina até a quarta semana de novembro/24 foi de US$ 875,47 milhões, um crescimento em relação aos US$ 863,27 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. A média diária de receita foi de US$ 66,53 milhões, marcando um avanço de 44,9% em comparação aos US$ 43,16 milhões de novembro de 2023.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


