ECONOMIA
Etanol permanece competitivo ante gasolina no Mato Grosso e mais quatro estados
ECONOMIA
Os preços médios do etanol permanecem vantajosos ante os da gasolina em cinco Estados brasileiros – Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Paraná e São Paulo. O levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas considera que o etanol de cana ou de milho, com menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.
Em Mato Grosso, o hidratado é vendido em média por 59,55% do preço da gasolina, em São Paulo por 64,03%, em Minas Gerais por 64,68% e em Goiás por 68,46%. No Paraná a paridade está em 69,46%. Na média brasileira, a paridade é de 65,17% entre os preços médios do etanol e da gasolina, também favorável ao biocombustível.
A gasolina segue mais vantajosa em Roraima, com a paridade de 96,06% para o preço do etanol.
Diesel sobe nas refinarias
O reajuste no valor do diesel foi aplicado a partir de terça-feira (1º), nas refinarias. Esse aumento acontece por causa do fim do subsídio acordado entre o governo Federal e os caminhoneiros que lideraram uma paralisação no fim de maio.
Os valores na bomba em Colíder e região são:
Gasolina comum em torno de R$ 4,65
Gasolina aditivada em torno de R$ 4,75
Etanol em torno de R$ 3,09
Diesel comum em torno de R$ 3,99
Diesel S10 em torno de R$ 4,12
Diário Indústria e Comécio/EBC/TV Notícias
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


