ECONOMIA
Etanol: Aumento no Preço do Anidro e Terceira Alta Consecutiva do Hidratado
ECONOMIA
Valorização do etanol hidratado e anidro é observada entre 30 de dezembro e 3 de janeiro
Mercado de Etanol
Os preços do etanol anidro e hidratado registraram elevações durante a semana de 30 de dezembro a 3 de janeiro, conforme o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O etanol hidratado, utilizado em veículos flex e originalmente a álcool, apresentou a maior valorização do período, com um aumento de 0,99%. O litro foi comercializado a R$ 2,6712, comparado aos R$ 2,6449 registrados na semana anterior.
Por sua vez, o etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, também voltou a apresentar alta. O litro foi comercializado a R$ 3,0339, frente aos R$ 3,0091 da semana de 23 a 27 de dezembro, marcando uma valorização de 0,82% entre os dois períodos.
Indicador Diário Paulínia
No indicador Diário Paulínia, o etanol hidratado também encerrou a semana com valorização. Na última sexta-feira (3), o biocombustível foi negociado a R$ 2.800,50 por metro cúbico, contra R$ 2.767,50 por metro cúbico na quinta-feira (2 de janeiro), registrando uma elevação de 1,19%.
Essas altas nos preços refletem a dinâmica do mercado de etanol, com influências de fatores sazonais e de demanda.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


