ECONOMIA
Etanol Apresenta Queda na Semana: Hidratado Cai 2,07% e Anidro Recua 0,44%
ECONOMIA
Mercado de Etanol Registra Desvalorização, mas Indicador Diário Paulínia Mostra Reação Positiva no Final da Semana
Os preços dos etanóis anidro e hidratado encerraram a semana de 19 a 23 de agosto em queda, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O etanol hidratado, utilizado em veículos flex ou movidos exclusivamente a álcool, apresentou a maior redução. Na última semana, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2,5438 por litro, comparado a R$ 2,5977 por litro na semana anterior, representando uma queda de 2,07% entre os períodos.
O etanol anidro, que é misturado à gasolina, também registrou desvalorização pela segunda semana consecutiva. Na semana passada, o litro foi comercializado a R$ 2,9342, em comparação aos R$ 2,9473 da semana de 12 a 16 de agosto, marcando um recuo de 0,44%.
Indicador Diário Paulínia: Reação Positiva Após Queda Após seis dias consecutivos de queda, o etanol hidratado apresentou uma leve recuperação segundo o Indicador Diário Paulínia nesta sexta-feira (23). O biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.622,00 por metro cúbico, contra R$ 2.615,50 por metro cúbico registrado na quinta-feira, indicando uma valorização de 0,25%.
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ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


