ECONOMIA
Economistas discutem os rumos da Selic e os impactos do novo arcabouço na economia
ECONOMIA
Há no Brasil hoje uma forte pressão de vários setores para que o Banco Central reduza a taxa de juros, o que poderia, teoricamente, ajudar em uma retomada do crescimento econômico. Na última reunião do BC, foi mantida a taxa de 13,75% ao ano.
Mas as coisas não são tão simples assim. Embora juros menores tenham o poder de levar as pessoas a aumentar o consumo, há travas que devem ser desarmadas para que isso aconteça. Uma delas é o elevado endividamento das famílias, que vem batendo recordes sucessivos.
Há também dúvidas sobre a velocidade de queda da inflação, bem como sobre o grau de aperto monetário que ainda se faz necessário para levar a inflação para a meta, e em quanto tempo. Também temos a questão do novo arcabouço fiscal e seus impactos na economia, além de uma série de problemas que devem ser equacionados para que o País volte a crescer.
“Estadão”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


