No mercado de ações, a Bolsa fecha em queda
Dólar fecha com maior alta desde abril, custando R$ 5,537
ECONOMIA
Por Agência Brasil
O dólar comercial fechou o dia de hoje (11) a R$ 5,537, registrando aumento de 0,38% em relação à sexta-feira passada (8), quando a moeda norte-americana fechou a R$ 5,516. A cotação de hoje é a maior desde 20 de abril. Na ocasião, o dólar chegou a R$ 5,551. A partir daquele momento, a cotação sofreu quedas em sequência, atingindo o menor nível em 24 de junho, quando fechou em R$ 4,905. Desde então, a cotação tem registrado uma tendência de alta.

Já o índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 112.180 pontos, com queda de 0,58%. O dia começou positivo na bolsa, chegando aos 113.981 pontos às 10h49. Mas à medida que o dia foi avançando, a queda foi se mostrando mais acentuada. Ainda assim, o Ibovespa vem apresentando leve alta desde terça-feira passada (5), quando fechou em 110.457 pontos. No dia anterior, havia fechado em 110.393 pontos.
Dentre as ações na bolsa, as maiores altas ficaram por conta das empresas Pão de Açúcar ON (5,28%), Embraer ON (4,89%) e Cemig PN (3,18). As maiores baixas foram do Banco Inter (-10,22%), do Banco Inter PN (-9,82%) e do Banco Pan PN (-8,07%).
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ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


