ECONOMIA
Dólar cai e Bolsa sobe com expectativa por corte de gastos e eleições nos EUA
ECONOMIA
Por volta das 10h30 desta segunda-feira (4/11), o principal índice da Bolsa avançava cerca de 1%, aos 129.045 pontos, enquanto o dólar registrava forte queda de 1%, a R$ 5,80
Por volta das 10h30, o principal índice da bolsa brasileira avançava cerca de 1%, aos 129.045 pontos, enquanto o dólar registrava forte queda de 1%, a R$ 5,80. O alívio no mercado veio após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cancelar uma viagem à Europa nesta semana a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em meio a pressões do mercado financeiro na área fiscal.
Na sexta (1º), a moeda norte-americana atingiu seu segundo maior valor nominal da história, cotada a R$ 5,86. O patamar perde apenas para a marca de R$ 5,90 alcançada em maio de 2020, no auge da pandemia, e é a maior cotação atingida no governo Lula.
O chefe do Executivo convocou uma reunião com o ministro da Fazenda e o da Casa Civil, Rui Costa, nesta manhã. Os investidores aguardam alguma novidade sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que vai limitar os gastos.
A agenda da semana está recheada de eventos e indicadores que prometem mexer com o mercado nos próximos dias. Ainda no Brasil, a quarta-feira (6) será marcada pela decisão do Banco Central sobre a taxa de juros. Já no fim da semana, os olhares se voltam para inflação e será divulgado o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nos Estados Unidos, as atenções estão voltadas para a eleição presidencial, que decidirá entre Kamala Harris e Donald Trump, nesta terça. Além disso, o Federal Reserve, Banco Central norte-americano, também anunciará sua decisão sobre a taxa de juros na quarta.
“CB”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


