ECONOMIA
Dólar abre a semana em alta, após cair para perto de R$ 5
Na sexta-feira (4), moeda norte-americana fechou a R$ 5,0341, menor cotação em quase 1 ano.
ECONOMIA
Por G1
O dólar abriu em alta nesta segunda-feira (7), após ter recuado na semana passada para mínima em quase 1 ano.
Às 9h30, a moeda norte-americana subia 0,19%, vendida a R$ 5,0437. Veja mais cotações.
Na sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em queda de 0,98%, cotada a R$ 5,0341 – menor patamar desde 10 de junho de 2020 (R$ 4,9334).
Na parcial do mês, acumula recuo de 3,64%. No ano, o dólar tem queda de 2,95% frente ao real.
Cenário
O recuo global do dólar nos últimos dias tem como pano de fundo o reforço das leituras de que o banco central dos EUA não irá retire estímulos de forma precoce. Mantidos esses estímulos, mantém-se a liquidez farta que pode fluir para mercados emergentes como o Brasil.
Na China, os preços do minério de ferro recuaram 4,4% nesta segunda-feira, após dados comerciais moderados e menores margens de lucros em siderúrgicas reduziram o entusiasmo do mercado sobre as perspectivas de demanda pelo material usado na fabricação do aço.
Por aqui, o maior ingresso de dólares, além de revisões para cima nas expectativas para a taxa de juros e para o crescimento econômico, têm contribuído para o recuo do dólar para um patamar mais próximo de R$ 5.
Os analistas do mercado financeiro elevou a projeção para a inflação de 2021 de 5,31% para 5,44%, segundo pesquisa Focus divulgada nesta segunda-feira. Já a expectativa de crescimento do PIB deste ano passou de 3,96% para 4,36%. O mercado manteve em 5,75% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. Já a projeção para a taxa de câmbio no fim do ano permaneceu em R$ 5,30.
´´G1/Globo“
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


