Condições da economia contribuíram para a alta
Confiança do empresário do comércio cresce 0,7%
ECONOMIA
O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 0,7% em outubro na comparação com setembro. A alta veio depois de duas quedas consecutivas do indicador, medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Com o resultado, o Icec chegou a 129,7 pontos em uma escala de zero a 200 pontos. A alta foi puxada pela confiança no presente e pelas expectativas em relação ao futuro, ambas com alta de 0,9%.
Os componentes que mais contribuíram para a alta do Icec foram as condições atuais da economia (3,8%) e as expectativas em relação à economia (2%).
As intenções de investimentos tiveram queda de 0,3%, devido ao recuo de 1% na contratação de funcionários e nos investimentos nas empresas.
Na comparação com outubro de 2021, o Icec subiu 8,8%, com altas de 13,4% na percepção sobre as condições atuais, de 5,5% nas expectativas e de 9,2% nas intenções de investimentos.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


