Resultado foi puxado pela piora da confiança em relação ao futur
Confiança da construção cai 0,8 ponto em outubro, informa a FGV
ECONOMIA
O Índice de Confiança da Construção (ICST), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou queda de 0,8 ponto em outubro, na comparação com setembro. Com o resultado, o indicador recuou para 100,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. Apesar da retração, o ICST se mantém acima do nível neutro (100 pontos).

O resultado foi influenciado principalmente pela piora da confiança dos empresários da construção brasileiros em relação ao futuro. O Índice de Expectativas recuou 2,5 pontos e chegou a 103,2 pontos, devido principalmente à queda do componente que avalia a demanda prevista.
O Índice de Situação Atual, que mede a confiança do empresariado da construção no presente, por outro lado, cresceu 0,9 ponto e chegou a 98,6 pontos, o maior nível desde dezembro de 2013 (99,1 pontos).
A alta da confiança no presente foi puxada pela percepção sobre o volume da carteira de contratos.
O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) da Construção caiu 0,9 ponto percentual, para 77,1%.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


