ICST subiu 4,8 pontos e atingiu 97,7 pontos
Confiança da construção atinge maior nível desde janeiro de 2014
ECONOMIA
O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 4,8 pontos em abril deste ano na comparação com março. Com isso, o indicador chegou a 97,7 pontos, o maior patamar desde janeiro de 2014 (97,8 pontos). O ICST varia de zero a 200 pontos.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança dos empresários da construção no presente, subiu 2,4 pontos e chegou a 94,4 pontos, maior nível desde junho de 2014, quando atingiu 95,2 pontos.
Já o Índice de Expectativas, que mede a percepção do empresariado em relação ao futuro, cresceu 7,1 pontos, a maior variação mensal desde julho de 2020 (8,5 pontos), e atingiu 101 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da Construção recuou 0,2 ponto percentual, para 75,8%.
“EBC”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


