ECONOMIA
A predominância de taxas negativas, atingem cinco das oito atividades pesquisadas
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O volume de vendas do comércio varejista registrou queda de 1,7% em junho, na comparação com o mês anterior, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média móvel trimestral encerrada no sexto mês do ano teve acréscimo de 1,2%. Em maio, o índice havia registrado crescimento mensal de 2,7%.
Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista aumentou 6,3% em junho de 2021 ante junho de 2020, a quarta taxa positiva consecutiva. O acumulado no ano está em 6,7% e o acumulado em 12 meses foi de 5,9% em junho.
A predominância é de taxas negativas, que atingem cinco das oito atividades pesquisadas: Tecidos, vestuário e calçados (-3,6%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,5%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,6%); Combustíveis e lubrificantes (-1,2%); e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%).
A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria subiu 17,1% frente a junho de 2020, terceira alta consecutiva para este indicador. O comportamento desta atividade vem sendo influenciado pela contínua substituição dos produtos impressos pelo meio eletrônico e redução de lojas físicas.
Os segmentos que também cresceram são: Móveis e eletrodomésticos (1,6%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,4%).
“BAND”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


