ECONOMIA
Brasileiro já pagou R$ 1 trilhão em impostos em 2022
ECONOMIA
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) informou nesta terça-feira (3) que o brasileiro já pagou R$1 trilhão de impostos nos primeiros quatro meses do ano. Em 2021 esse valor foi atingido no dia 19 de maio.
De acordo com a análise do economista da ACSP Marcel Solimeo, a explicação para essa diferença de dias é o aumento da inflação. “Quanto maior o preço, maior o imposto embutido. Alguns itens estão extremamente tributados, como o caso dos combustíveis e da energia elétrica”, disse.
Média de tributação em presentes dos dias das mães é de 36%
O dia das mães acontece no próximo domingo (8) e quem for comprar um presente vai gastar, em média, 36% somente em imposto. De acordo com o cálculo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento a Tributação (IBPT) produtos como perfumes importados podem ter 78,99% do seu preço em imposto. O imposto que incide em um smartphone importado é de 68,76%. Caso ela opte por uma garrafa de uísque, a taxação será de 67,03% .
“MSN”
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Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


