ECONOMIA
Basf Introduz Solução Inovadora para Produção de Biodiesel com Processo Mais Seguro e Sustentável
ECONOMIA
O Lutropur® MSA da Basf promete revolucionar a indústria do biodiesel, melhorando a eficiência e reduzindo impactos ambientais
O biodiesel tem se consolidado como uma alternativa sustentável para a descarbonização do ciclo diesel, com uma crescente adição deste biocombustível ao óleo diesel no Brasil, que atingiu 14% desde março deste ano. O setor projeta um aumento significativo na produção, respaldado pela resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). De acordo com a Frente Parlamentar FPBio, cada R$ 1 adicional investido na produção de biodiesel gera um retorno de R$ 4,4 na economia, impulsionando o desenvolvimento econômico e social.
Os produtores brasileiros de biodiesel buscam constantemente aprimorar seus processos, visando não apenas a eficiência produtiva, mas também a sustentabilidade ambiental. Para atender a essas demandas, a BASF introduziu o Lutropur® MSA (ácido metanossulfônico), uma solução inovadora que promete melhorar os processos químicos de purificação e neutralização na produção de biodiesel, tornando-os mais seguros e sustentáveis.
O Lutropur® MSA é um ácido orgânico forte, inodoro, livre de compostos voláteis e cloro, e biodegradável. Ele se apresenta como uma alternativa mais segura e sustentável aos produtos químicos tradicionais, como o ácido sulfúrico e o ácido fosfórico, frequentemente utilizados nas etapas de produção do biocombustível. Além de sua rápida biodegradabilidade, o Lutropur® MSA contribui para um aumento de até 3% no rendimento do biodiesel.
André Karadi, do Marketing de Care Chemicals da BASF para a América do Sul, destaca que “o Lutropur® MSA promove uma produção mais rápida, eficiente e limpa, reduzindo a corrosão e a toxicidade, além de eliminar vários efeitos secundários associados ao uso de outros tipos de ácidos.”
Essa solução pode ser aplicada em diversas etapas do processo de produção de biodiesel, incluindo a esterificação e transesterificação do óleo, a neutralização do biodiesel bruto e da glicerina, e a separação de sabão para a obtenção de ácidos graxos. A utilização do Lutropur® MSA também permite o emprego de matérias-primas residuais, como sebo bovino e óleo de cozinha usado, tornando o processo mais econômico e sustentável. Segundo Karadi, “a aplicação do Lutropur® MSA pode reduzir em até 75% as emissões de gases de efeito estufa em comparação com os métodos convencionais de produção.”
Além disso, a esterificação a baixas temperaturas com o Lutropur® MSA resulta em menor consumo de energia e reduz a formação de incrustações nas colunas de destilação, diminuindo a necessidade de manutenção e melhorando a produtividade e os custos operacionais.
“Agência Brasil”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


