ECONOMIA
Auxílio Gás será pago, apesar de bloqueio no orçamento, diz governo
ECONOMIA
O MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome) garantiu que o Auxílio Gás será pago normalmente nos próximos meses, apesar do bloqueio no orçamento do órgão.
Decreto divulgado no último dia 28 determinou bloqueios nos orçamentos de dez ministérios. A pasta do Combate à Fome foi uma das afetadas.
Auxílio Gás foi único programa do MDS impactado por bloqueio. De acordo com o órgão, há dinheiro reservado para pagamento do benefício até dezembro.
Após dezembro, ministério pode usar dinheiro de outras áreas para pagar o Auxílio Gás. Pasta lembrou que bloqueio no orçamento é temporário e pode ser revisto, caso o dinheiro da pasta passe a sobrar nos próximos meses.
“Caso o desbloqueio do Orçamento Federal seja insuficiente, o MDS fará um remanejamento de recursos de outras ações discricionárias para garantir o pagamento do Auxílio Gás, cumprindo a diretriz do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de fazer os recursos federais chegarem a quem mais precisa”, afirma o MDS, em nota divulgada em seu site.
Auxílio Gás assegura a beneficiários valor de um botijão de gás de cozinha. Quantia paga é baseada na média nacional do preço do produto, calculada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Benefício é pago a cada dois meses.
Bloqueio se deve a teto de gastos. Regra determina bloqueio quando análises bimestrais indicam que dinheiro reservado para pagamento de despesas não será suficiente. Conta é feita por ministérios do planejamento e da fazenda.
“FOLHAPRESS”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


