ECONOMIA
Aumento nos Preços do Arroz em Setembro: Mercado Atacadista Segue Tendência Internacional
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Preços médios sobem em todos os segmentos, com o mercado externo influenciando as cotações do atacado
Os preços médios do arroz registraram elevação em todos os segmentos durante o mês de setembro. Na análise parcial do ano, observa-se uma queda nos valores recebidos pelos produtores, enquanto as cotações no atacado e no varejo apresentam altas significativas. De acordo com dados divulgados pelo Irga, a média do arroz beneficiado em setembro de 2024 foi de R$ 160,05 por saca de 30 kg, refletindo um aumento de 11,4% em relação ao mês anterior.
No mesmo intervalo, os preços pagos ao produtor mostraram uma alta de 1,1%, conforme informações do Cepea, enquanto no mercado varejista a variação foi de 0,44%, segundo o IBGE. Pesquisadores do Cepea destacam que os valores do arroz beneficiado no atacado se mantêm alinhados às flutuações do produto no mercado externo. Nos últimos 12 meses, a média nominal do arroz importado, convertida em Reais, aumentou em 38,4%, sendo que 27,3% deste crescimento ocorreu somente em 2024.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


