Reajustes passam a valer no próximo sábado
Aneel aprova reajustes nas tarifas de energia elétrica
ECONOMIA
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira (23) reajustes anuais das tarifas de energia elétrica de 8 distribuidoras. A decisão tomada em reunião da diretoria, autorizou um reajuste que passará a valer no próximo sábado (27).
O maior aumento para o consumidor residencial será de 10,8%, aplicado pela concessionária Elektro. A distribuidora com sede em Campinas, interior paulista, fornece energia para 2,8 milhões de consumidores, em 223 municípios de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
A Energisa Paraíba e Equatorial Maranhão, tiveram reajustes médios de 1,03% e 1,62%, respectivamente, que devem entrar em vigor no dia 28 de agosto.
Segundo a Aneel, a previsão inicial era de um aumento de 16%, porém, o repasse de créditos tributários referentes ao ICMS aliviaram o reajuste.
Confira os reajustes aprovados:
ELEKTRO REDES (MS/SP)
Consumidor residencial: 10,76%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 23,72%
DECELT (SC)
Consumidor residencial: 7,49%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 8,22%
EFLUL (SC)
Consumidor residencial: 8,32%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 31,94%
EFLJC (SC)
Consumidor residencial: 6,95%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 0,69%
FORCEL (PR)
Consumidor residencial: -0,27%
Consumidor de alta tensão (indústrias): -12,04%
EQUATORIAL (MA)
Consumidor residencial: 1,37%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 3,68%
COOPERALIANÇA (SC)
Consumidor residencial: 7,38%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 3,46%
EPB (PB)
Consumidor residencial: 0,46%
Consumidor de alta tensão (indústrias): 3,49%
“MSN”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


