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Ambev aumenta preço da cerveja a partir de sexta-feira
ECONOMIA
Por Alessandra Araújo
A partir desta sexta-feira os consumidores poderão encontra as cervejas mais caras. O mês de outubro já começa com mais um aumento, a Ambev dona de marcas como Skol, Brahma, Stella Artois e Corona, informou que fará um reajuste nos preços das cervejas.
Depois dos aumento do gás de cozinha, gasolina, alimentos e luz, os consumidores podem ir se preparado para mais um aumento nas prateleiras dos mercados, bares e restaurantes. Desta vez é a cerveja que ficará mais cara. Em nota a Ambev informou que esse ajuste nos preços é feito periodicamente e que variam de acordo com as regiões, marca, canal de venda e embalagem. A empresa não informou de quanto será o reajuste.
“Há uma pressão muito grande dos custos, tanto para a Ambev, neste caso específico, quanto para os bares e restaurantes. O combustível, a energia, os insumos, entre outros, estão mais caros. Por isso, acredito que este reajuste chegará ao consumidor final imediatamente”, disse o presidente da Abrasel.
O aumento chega em um momento que mercado de bares e restaurantes tenta se recuperar do prejuízo financeiro causado pela pandemia.
*Com informações do Jornal Globo
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


