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Ambev aumenta preço da cerveja a partir de sexta-feira

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ECONOMIA

Por Alessandra Araújo

A partir desta sexta-feira os consumidores poderão encontra as cervejas mais caras. O mês de outubro já começa com mais um aumento, a Ambev dona de marcas como Skol, Brahma, Stella Artois e Corona, informou que fará um reajuste nos preços das cervejas.

Depois dos aumento do gás de cozinha, gasolina, alimentos e luz, os consumidores podem ir se preparado para mais um aumento nas prateleiras dos mercados, bares e restaurantes. Desta vez é a cerveja que ficará mais cara. Em nota a Ambev informou que esse ajuste nos preços é feito periodicamente e que variam de acordo com as regiões, marca, canal de venda e embalagem. A empresa não informou de quanto será o reajuste.

A Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) disse que os clientes deverão observar um aumento de 10%. Segundo Paulo Solmucci, presidente da Abrasel, em São Paulo as cervejas devem ficar 10% mais caras, mas no Rio de Janeiro o aumento chegará a 7%.

“Há uma pressão muito grande dos custos, tanto para a Ambev, neste caso específico, quanto para os bares e restaurantes. O combustível, a energia, os insumos, entre outros, estão mais caros. Por isso, acredito que este reajuste chegará ao consumidor final imediatamente”, disse o presidente da Abrasel.

O aumento chega em um momento que mercado de bares e restaurantes tenta se recuperar do prejuízo financeiro causado pela pandemia.

*Com informações do Jornal Globo

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ECONOMIA

Atividade econômica cai 0,15% em agosto, diz Banco Central

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Por Andreia Verdélio

A atividade econômica brasileira teve variação negativa em agosto deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou queda de 0,15% em agosto de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período), chegando a 139,23 pontos.

Na comparação com agosto de 2020, houve crescimento de 4,74% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No ano, foi registrada alta de 6,41%. Em 12 meses encerrados em agosto, o indicador também ficou positivo, em 3,99%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 6,25% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: a indústria, o comércio e os serviços e a agropecuária, além do volume de impostos.

Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No segundo trimestre deste ano, o PIB apresentou variação negativa de 0,1%. No primeiro semestre, o PIB registrou alta de 6,4% e em 12 meses, acumulou alta de 1,8%.

Em 2020, o PIB do Brasil caiu 4,1%, totalizando R$ 7,4 trilhões. Foi a maior queda anual da série do IBGE, iniciada em 1996 e que interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%.

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