ECONOMIA
Alta nas Cotações das Fêmeas e Crescimento nas Exportações de Carne Bovina
ECONOMIA
Preços das fêmeas sobem com oferta restrita, enquanto as exportações de carne bovina in natura seguem em expansão
Conforme apontado pelo informativo “Tem Boi na Linha”, a cotação das fêmeas no estado de São Paulo registrou um aumento significativo, impulsionado pela redução da oferta e pelas escalas de abate mais curtas, que, em média, não ultrapassam sete dias úteis. Em resposta a esse cenário, os preços da arroba subiram R$ 2,00, enquanto a cotação do boi gordo permaneceu estável.
No oeste do Maranhão, a escassez de oferta também gerou pressões de valorização, com todas as categorias de gado apresentando um aumento de R$ 2,00 por arroba. A redução das escalas de abate para uma média de cinco dias contribuiu para essa dinâmica.
No Espírito Santo, o comportamento dos vendedores, que têm retido a boiada na expectativa de preços mais altos, resultou na elevação de R$ 2,00 no preço da arroba do boi gordo. Já no sudeste de Rondônia, a escassez de oferta levou a uma diminuição nas escalas de abate, que passaram a ser de aproximadamente sete dias.
No mercado internacional, as exportações de carne bovina in natura continuam a mostrar desempenho positivo. Até a terceira semana de março, o Brasil exportou 163,3 mil toneladas, com uma média diária de 12,6 mil toneladas, representando um crescimento de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, o preço médio da tonelada exportada teve uma alta de 7,8% na comparação anual.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


