CRIME

Advogado é preso por maus-tratos e exploração financeira contra a mãe idosa

Publicado em

CRIME

Homem de 58 anos abandonou a mãe de 85 anos em uma unidade de saúde em Goiânia e foi preso em casa

Um advogado de 58 anos foi preso pelos crimes de maus-tratos, abandono de incapaz, abandono em hospital e exploração financeira contra a própria mãe. A prisão foi feita nesta quarta-feira (2º/4) em Goiânia pela Polícia Civil do estado de Goiás (PCGO).

A mulher de 85 anos foi abandonada em uma unidade de saúde em estado gravíssimo. “Completamente desnutrida, com lesões pelo corpo, suja de fezes e urina, com dificuldades para respirar e sem lucidez para se comunicar”, conforme noticiou a Polícia Civil de Goiás.

A polícia foi acionado e com o apoio de papiloscopistas da Superintendência de Identificação Humana da PCGO foi possível identificar a vítima — que estava sem documentos — e também dois filhos da mulher. 

Em seguida, a polícia procurou o suspeito, que foi localizado em um apartamento no Setor Oeste da capital de Goiás. Ele tentou justificar o abandono dizendo que cuidava da mãe da melhor forma possível, mas que, em função da piora do estado de saúde, havia levado a mãe para a unidade de saúde dois dias antes, com a intenção de visitá-la depois. Ao verificar as dependências da casa, os policiais constataram a ausência de alimentos básicos e um ambiente insalubre. 

Leia Também:  Bomba explode no Terminal Pinheiros em SP; polícia desarma segundo explosivo

O delegado Alexandre Bruno, responsável pelo caso, explicou que os policiais chegaram até a casa do suspeito na hora do almoço, por volta de 12h, e encontrou o homem dormindo. “Ele foi autuado por abandono e exploração financeira. As penas somadas ultrapassam 12 anos. Após a prisão em flagrante já foi solicitada conversão em preventiva. O inquérito será remetido em 10 dias e provavelmente ele será indiciado pelos mesmos crimes”, detalhou o delegado.

“CB”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CRIME

Bebida foi batizada com metanol para “transformar uma garrafa em duas”, diz Padi

Publicados

em

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a contaminação por metanol nas bebidas alcoólicas teria ocorrido no pós produção, e revelou que o antídoto importado, chamado fomepizol, deve chegar nesta semana, durante entrevista à TV Fórum nesta segunda-feira (6).

Padilha explicou que tudo indica que a adulteração ocorre após a produção, o que dificulta a retirada preventiva dos lotes. “Quando o crime acontece na produção, é possível rastrear o lote e retirar de circulação. Mas, neste caso, tudo sugere que a adulteração é posterior”, afirmou, ressaltando que o objetivo dos criminosos é “transformar uma garrafa em duas”.

Ele destacou ainda que o governo já garantiu o estoque de antídoto contra o metanol, após uma operação emergencial de compra. Foram adquiridas doses de etanol farmacêutico e fomepizol, medicamento de uso raro que precisou ser importado com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

“Não é um medicamento de circulação mundial. Tivemos que contatar o produtor e fazer a encomenda de forma emergencial, de sexta para sábado. A expectativa é que o fomepizol chegue nesta semana”, explicou o ministro.

O antídoto será distribuído em centros regionais de referência espalhados pelo país, com nove unidades em São Paulo.

Leia Também:  Plano do PCC para matar Moro tinha bunker como cativeiro ou estoque de armas, diz Dino

As vigilâncias sanitárias seguem realizando visitas e apreensões de bebidas suspeitas em bares, mercados e distribuidoras. Em alguns casos, as polícias civil e federal têm feito o encaminhamento e a destruição das garrafas apreendidas, após os testes laboratoriais.

Padilha também respondeu sobre a conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a respeito das sanções sofridas pelo país, por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e figuras públicas, como ele próprio e sua família, que foram impedidos de renovar vistos.

Ele destacou que as medidas dos EUA tiveram o efeito contrário ao pretendido, dando ainda mais visibilidade internacional ao Brasil, minutos antes de ser divulgada que a conversa de Lula e Trump havia sido feita nesta segunda.

“Eu sempre vejo o diálogo e a negociação como algo positivo. O que fizeram comigo foi um tiro pela culatra, porque conseguimos ter mais visibilidade ainda no evento da Opas”, afirmou o ministro, em referência à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Padilha disse que, após o episódio, recebeu solidariedade de cou.olegas e ministros de outros países, e que a intervenção brasileira ganhou destaque durante a conferência internacional. “Vários colegas entraram em contato conosco. A intervenção teve uma visibilidade ainda maior no plenário, e vamos continuar fazendo as agendas com a Opas. Esta semana irei para outras agendas, na Europa e na China, fortalecendo nossas parcerias”, complet

Leia Também:  Grávida de 8 meses, bebê e homem são mortos e enterrados em fazenda

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA