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“Você está demitido”: a vez em que Elon Musk dispensou engenheiro do Twitter por provar que seu maior medo era verdade
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Nem sempre vale a pena dizer a verdade ou opinião, especialmente para pessoas temperamentais. Este é o caso de um ex-engenheiro do (antigo Twitter) que questionou Elon Musk e foi demitido imediatamente.
Elon Musk sofreu declínio de popularidade
Depois de adquirir o Twitter, Elon Musk começou a fazer mudanças radicais e, inclusive, recentemente ele conseguiu “matar” a rede social devez para transformá-la em X.
No entanto, nas fases iniciais de mudanças, por volta de fevereiro de 2023, o bilionário ficou curioso ao descobrir que sua conta na plataforma recebia um número muito baixo de interações, se comparado com sua quantidade absurda de seguidores.
Diante disso, ele decidiu colocar uma equipe de engenheiros para procurar algo de errado no algorítmo, já que na cabeça dele não fazia sentido ter uma quantidade “tão baixa” de interações.
Musk demite engenheiro
Após análise, um dos engenheiros responsáveis afirmou que não havia nada de errado com o algorítimo e que na verdade o mais provável era que os usuários estivessem perdendo o interesse nele.
Diante disso, Elon Musk não recebeu a ideia muito bem e disse: “Você está demitido, você está demitido”. Encerrando a carreira do engenheiro na empresa e chocando o restante da equipe.
Os portais responsáveis por passar a notícia não revelaram o nome do engenheiro para evitar assédio virtual, mas houve relatos de muitos presentes naquela época.
Posteriormente Elon Musk afirmou que havia sim um problema no algorítmo e que sua equipe já estaria corrigindo a questão. Desde então, ele possui bastante destaque na plataforma e a solução de alguns usuários não-simpatizantes é bloqueá-lo.
“MSN”
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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado
BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.
O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.
“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.
A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.
Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.
A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).
Supermercados
O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.
O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.
“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.
O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.
Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.
“MSN”

