Cotidiano
Evento que ajuda mulheres a superar medos, angústias e traumas é realizado com sucesso em Novo Progresso (PA)
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“Quando me olho vejo você.”
Foi o título de um evento realizado Domingo (12) em Novo Progresso, sul do Pará, a 590 km de Sinop (MT).
Por Joel Teixeira
A fotógrafa Claudia Buss, uma das idealizadoras da palestra-curso, “Quando me olho vejo você,” qualifica o ato como “despertar.” A ação contou não só com mulheres de Novo Progresso, mas também com convidadas de Morais de Almeida que viajaram mais de 100 km para estarem lá, além de municípios de Mato Grosso, como Santa Carmem, Juara e Guarantã do Norte
Cláudia Buss, disse ao TV Notícias que a ideia da palestra-curso, surgiu de experiências íntimas e pessoais de superação, depois que ela e sua sócia Jéssica Fernandes, mestre em Programação Neurolinguística – PNL, descobriram muita coisa em comum, ao compartilhar entre elas os traumas que viveram. Narrando em terceira pessoa, possivelmente uma linguagem que mostra como ela se vê, a fotógrafa falou conosco, “Como o próprio nome do evento já diz, Quando me olho, vejo você! foi a cura de suas idealizadoras, que há anos perceberam que somente olhando para si mesmas iam encontrar a paz diante dos fatos, de suas histórias tão sofridas, recheadas de dores, traumas e abusos. Toxicidades que quase as levaram ao suicídio.
Após suas transformações chegaram à conclusão que era inviável não levar informação de autoconhecimento para outras mulheres. Pessoas que passam até hoje pelo o que elas passaram diante disso, disse.

Jéssica Fernandes, Cláudia Buss, Vanessa Poeta e Débora Kaefer – Palestrantes
O movimento
Ainda de acordo com Cláudia Buss, o movimento está em curso, porque se sustenta em duas mulheres que lidam dia a dia, com curas emocionais femininas. Ela como fotógrafa, através da fotografia e pequenos vídeos que produz em suas andanças, busca elevar a autoestima de mulheres, mostra personagens guerreiras que não desistem de seus sonhos e metas. Já Jéssica Fernandes, acostumada à agitada São Paulo, conhece as cobranças e imposições às mulheres, desde a ditadura da beleza à luta pela sobrevivência. Sobrecargas muitas vezes escondidas em lágrimas, frustrações, ansiedade e dores profundas.
Claudia Buss e Jessica Fernandes garantem que não lançaram apenas um movimento de cura nessa região; lançaram a lanterna da luz em meio a escuridão. Mostraram para todas as mulheres presentes que é possível ser plena, feliz e realizada.
Claudia disse: “Para quem não esteve no evento, jamais saberá a dimensão de transformação pela qual passaram as 130 mulheres presentes.

Conteúdo:
Além da palestra da Cláudia Buss, sobre posicionamento de imagem, Jessica Fernandes abordou o tema das repetições de padrões sistêmicos e mentais.
O evento ainda teve as convidadas Vanessa Poeta, vinda de São Paulo que falou sobre autoestima e como a mente, mente____ e Débora Kaefer, do Rio Grande do Sul que palestrou sobre a cura e o olhar para o íntimo, fazendo as mulheres entenderem que sexualidade não é sexo.
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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado
BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.
O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.
“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.
A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.
Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.
A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).
Supermercados
O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.
O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.
“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.
O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.
Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.
“MSN”

