Cotidiano

Caso Tábata: Delegado dá depoimento emocionado e pede perdão por não tê-la encontrado viva.

O caso de estupro seguido de assassinato da garota de 6 anos, chocou o país

Publicado em

Cotidiano

Por: Joel Teixeira

As redes sociais são importantes meios de expressão para todos. A democracia proporciona isso; desta vez, diante da comoção social e participante direto em um caso que chocou a cidade de Umuarama-PR e o país, com o "caso Tábata"; o delegado da Polícia Civil, Osnildo Carneiro Lemes, fez um desabafo emocionante no qual pede perdão à pequena Tábata por não tê-la encontrado com vida. Ele diz que todos os policiais choraram ao ver a cena do crime, durante reconstituição, em acompanhamento ao assassino.

A pequena Tábata, vítima de estupro seguido de morte. ( Foto: redes sociais)

Leia o depoimento:

“TÁBATA, vc já está com DEUS….trabalhamos 24 horas desesperadamente para te encontrar com vida…. investigamos sem parar um minuto e descobrimos o monstro que tirou sua vida… fizemos a sua prisão… conduzimos para a Delegacia e nos revezamos no seu interrogatório… todos nós policiais que temos filhos, netos, irmãos, da sua idade… e os que não têm também trabalhamos de forma intensa… até que ele confessou o crime e levou nossa equipe para o lugar onde você estava… e lá chegando, quando vimos o seu corpinho sem vida, não conseguimos controlar a emoção… mesmo nós, policiais acostumados com a violência diária, com as cenas mais tristes, [ficamos] com lágrimas correndo pelas faces, começamos a remover a terra da cova rasa que você estava… fizemos de tudo… prendemos o monstro e o colocamos na cadeia… mas não conseguimos fazer o que mais queríamos: encontrá-la com vida… nos perdoe, Tábata, mas acho que Deus queria você ao lado dele…”

Entenda o caso

Tábata Fabiana Crespilho Rosa, de seis anos, foi estuprada, amarrada e enterrada de cabeça para baixo com os pés fora da terra. Esta foi a cena descrita por fontes de polícia que estiveram no local onde o corpo foi encontrado.  O crime não tem chocado somente os moradores de Umuarama, mas sim de toda a região. 

Leia Também:  Mega-Sena acumula novamente; prêmio vai para R$ 170 milhões

O suspeito preso pela polícia, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos. Ele era conhecido da família e confessou o crime.

Eduardo já tem passagem pelo mesmo crime cometido em 2010. Conforme informações divulgadas na época. Eduardo estava trabalhando em um parque de diversões que estava na cidade de Chopinzinho, no Sudoeste do estado, onde conheceu a adolescente, Ana Maria Rosenes, 15 anos. 

Eles teriam mantido durante alguns dias, um relacionamento amoroso. No dia 27 de agosto de 2010 a jovem desapareceu. Dia 29 o corpo da adolescente foi encontrado em um bairro chamado Frei Vito.  Ana Maria foi morta a pedradas por Eduardo, depois que segundo ele, houve um desentendimento. Antes de matar a vítima eles mantiveram relação sexual, porém não foi confirmado se houve consentimento de Ana Maria.Eduardo foi condenado a seis anos de prisão em regime semi-aberto pelo crime de homicídio simples e um ano por ocultação do cadáver, já que tentou esconder o corpo. 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cotidiano

Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado

Publicados

em

BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura  desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.

O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela  Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.

“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.

A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.

Leia Também:  Governo lança campanha para evitar gravidez na adolescência; Brasil tem maior taxa da América Latina

Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.

A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).

Supermercados

O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.

Leia Também:  Mega-Sena acumula novamente; prêmio vai para R$ 170 milhões

O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.

“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.

O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.

Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.

“MSN”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA