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Supervia entra com pedido de recuperação judicial

Concessionária afirma que perdeu a metade dos passageiros durante a pandemia e acumula uma dívida de cerca de R$ 1,2 bilhão.

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Por Alexandre Henderson

A Supervia, concessionária responsável pelo serviço de trens urbanos no Rio de Janeiro, entrou com um pedido de recuperação judicial. A concessionária afirma que perdeu a metade dos passageiros durante a pandemia e acumula uma dívida de cerca de R$ 1,2 bilhão.

A empresa afirma que o pedido junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) é para preservar a prestação de serviços aos passageiros e iniciar um ciclo de negociações com os credores.

A empresa afirma que, desde março de 2020, acumula perda financeira de R$ 474 milhões como resultado de uma redução de mais de 102 milhões de passageiros até 2 de junho deste ano. Antes da pandemia, a concessionária transportava cerca de 600 mil passageiros diariamente. A Supervia alega que, atualmente, o fluxo diário se estabilizou em 300 mil passageiros por dia.

Com o agravamento da pandemia e a crise econômica, a recuperação total do fluxo de passageiros está prevista para 2023, segundo números da empresa.

A Supervia afirma que grande parte da dívida foi contraída para pagar os custos da operação deficitária durante a pandemia do coronavírus.

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Ainda assim, ao longo do período da pandemia, passageiros reclamaram da lotação e falta de condições. Em 28 de maio, um trem do ramal do Belford Roxo pegou fogo no trecho entre as estações de Del Castilho e Pilares. Segundo o Corpo de Bombeiros, 3 pessoas ficaram feridas durante o desembarque, feito às pressas, entre os trilhos.

Um bombeiro relatou que o extintor de uma composição estava vazio e não pôde ser usado no combate às cham

´´G1/Globo“

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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