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'Nada nunca foi igual ao que vai acontecer', afirma sertanejo sobre manifestação no dia sete de setembro

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O cantor sertanejo e agropecuarista, Sérgio Reis, convocou caminhoneiros para protestarem contra o Supremo Tribunal Federal e a favor do presidente Jair Bolsonaro, no feriado de sete de setembro, Dia da Independência do Brasil.  

Em um vídeo que passou a circular nas redes sociais neste fim semana, o cantor alerta que “a cobra vai fumar” se o STF (Supremo Tribunal Federal) não atender as reivindicações do ato a favor do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como o voto impresso e o impeachment de ministros da Corte.

“Dia 7 não vamos fazer nada para não atrapalhar o desfile do nosso presidente, que é muito importante”, explicou. 

“Nós fizemos uma reunião em São Paulo com líderes do Brasil, caminhoneiros e agricultores. Estamos fazendo um movimento clássico, sem agressões, sem nada. Queremos dar um jeito de movimentar esse país”, declarou Reis. “Sem tumulto, vamos ficar lá, vamos acampar, vai ter um galpão de refeições”, completou o músico. 

Sérgio  ressaltou que o movimento contará com a presença de artistas e empresários brasileiros. Ele, no entanto, não especificou os nomes. O cantor comentou ainda que prepara uma ação judicial para a manifestação.

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“Para fazer uma coisa séria, para que o governo tome uma posição, o Exército tome uma posição, mas se o povo não tomar essa posição, nada vai.”

A reunião com empresários do agronegócio e representantes dos caminhoneiros foi realizada ns última quinta-feira (12/08).

Ainda segundo Sérgio Reis, “Nada nunca foi igual ao que vai acontecer. Se eles [os ministros do STF] não atenderem ao nosso pedido, a cobra vai fumar”, ameaçou o sertanejo.

“UAI”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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