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União foi questionada em ação da Rede a respeito de declarações feitas por Bolsonaro sobre irregularidades no sistema eleitoral, mas não apresentou evidências

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O governo não apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) provas de eventual fraude nos pleitos de 2014 e 2018, como alega o presidente Jair Bolsonaro. O Executivo foi questionado em uma ação impetrada na Corte pela Rede. No entanto, não apresentou qualquer prova de irregularidades.

Na ação, a Rede solicitou que Bolsonaro e seus assessores sejam impedidos de acusar fraude nas eleições sem que apresentem lastro probatório do que dizem. Em resposta ao Supremo, a Advocacia-Geral da União alega que a proibição de que o presidente acuse fraude no pleito geraria censura e solicita o arquivamento do caso.

A AGU alega que o mandado de segurança apresentado pela Rede “pretende por meio do Poder Judiciário impor uma verdadeira censura ao direito fundamental da livre expressão do pensamento do cidadão Jair Messias Bolsonaro e, com isso, impedir a qualquer custo que discussões sobre a lisura do sistema eleitoral possa ser objeto de debate, muito embora isso já esteja em curso na Câmara dos Deputados (PEC 135/2019)”.

O governo alega ainda que a discussão tem grande relevância e o Judiciário não pode sustar o debate em torno do caso. “É dizer, pretende-se impedir uma ampla discussão sobre um dos aspectos mais relevantes de uma república democrática”, diz trecho da manifestação da AGU.

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Nas últimas semanas, Bolsonaro tem intensificado ataques contra o sistema de votação eletrônica, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, do STF. Em uma live, sem apresentar provas, o presidente alegou fraude nas últimas duas eleições.

As declarações do chefe do Executivo criaram uma crise entre os Poderes e fizeram com que o presidente do Supremo, ministro Luiz Fux, cancelasse uma reunião entre os chefes de Poder que estava marcada com Bolsonaro.

“Correio Braziliense”
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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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