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A Cooperatas, de Campinas, São Paulo, afirmou que o funcionário foi demitido assim que constatada a irregularidade

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Um ônibus de transporte público de Campinas, São Paulo, foi flagrado circulando com mensagens ofensivas contra mulheres e provocações a um time de futebol. No letreiro frontal do ônibus, o motorista colocou frases como “Nave monstro”, “O Palmeiras não tem mundial” e “Aceitamos Xerecard”. O veículo, que estava fora de circulação, sendo levado para a garagem, foi fotografado e as imagens acabaram caindo nas redes sociais.

Em nota divulgada na sexta-feira (13/8), a Cooperatas afirmou que o funcionário foi demitido assim que constatada a irregularidade. Já a Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, responsável por fiscalizar o trânsito da cidade, disse que tomou outras providências necessárias.

“Importante ressaltar que as mensagens nos letreiros da frota do transporte público coletivo são definidas por Ordem de Serviço para a operação no sistema, trazendo, prioritariamente, o número e o nome do itinerário. Exceções são feitas apenas em datas comemorativas, quando são autorizadas mensagens como Feliz Dia dos Pais, Feliz Dia das Mães, Feliz Natal e Feliz Ano Novo. Também, durante este período de pandemia, os letreiros estão sendo utilizados para divulgar mensagens educativas como o uso da máscara e do álcool em gel, em razão do tema ser de interesse público e de saúde coletiva. Mas com a devida autorização“, explicou o comunicado da EMDC.

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A companhia disse que convocou representantes da Cooperatas para exigir mais explicações e “reforçar que tal irregularidade não pode ser aceita e coloca o permissionário que a pratica, sujeito a multas e sanções”.

“Metrópoles”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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