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Condutor de 23 anos foi preso por embriaguez ao volante e fuga do local do acidente. Vítima estava parada no acostamento

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Um bancário de 45 anos morreu após ser atropelado por um motorista de 23 anos por volta das 11 horas deste domingo (18), na altura do quilômetro 13 da rodovia dos Imigrantes. O teste de bafômetro comprovou que o condutor estava embriagado. As informações são da Record TV.

A vítima seguia em um grupo de 20 ciclistas para a Represa de Capivari, quando foi atingida por um Renault Clio. Rafael Tófoli estava no acostamento quando o motorista perdeu o controle da direção e invadiu a área onde o ciclista estava parado.

O impacto foi tão forte que a vítima foi arremessada e o veículo quebrou o farol, o retrovisor e o para-brisa. Rafael foi atendido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O autor do acidente fugiu mas, a partir de imagens de câmeras da via, foi possível verificar a placa do carro. Com as informações, policiais militares conseguiram localizar o veículo, duas horas depois, a 28 km de distância do local do acidente.

Questionado, o condutor confessou o atropelamento e a ingestão de bebida alcoólica. Ele foi submetido a exame etilômetro resultando em 0,46mg/l e encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) para constatação de embriaguez e toxicológico.

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Mesmo seis horas depois do acidente, foi possível comprovar a ingestão de bebida alcoólica. O motorista foi preso em flagrante por embriaguez ao volante com resultado morte e fuga do local de acidente. A pena pode chegar a 9 anos de prisão.

O caso foi registrado no 24ºDP, na Ponte Rasa. Os demais passageiros assinaram um termo circunstanciado por omissão de socorro e foram liberados.

Revoltada, Edilene Rocja, mulher da vítima, cobrou justiça: “Ele estava fora da via, parado no acostamento. É um assassino. Isso não pode ficar assim. Tem pessoas do outro lado. Nada vai trazer a vida do meu marido de volta, mas eu preciso que ele pague”. 

O corpo de Rafael Tófoli deverá ser velado e sepultado no Cemitério Parque dos Girassóis, no bairro Baronesa, em Osasco, na Grande São Paulo.

“R7”
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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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