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Formado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), Francisco Weffort foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores

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O ex-ministro da Cultura Francisco Correa Weffort morreu nesse domingo (1º/8), aos 84 anos, vítima de um infarto do miocárdio. Ele estava internado na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro.

A diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, a professora Claudia Costin confirmou a informação no Twitter.

“Acabo de receber a triste notícia do falecimento do Francisco Weffort, cientista político, ex-ministro da Cultura e professor titular da USP. Conversávamos muito no governo Fernando Henrique Cardoso”, escreveu.

Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), Weffort é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT), legenda ao qual foi filiado até 1994. Em 1995, assumiu o Ministério da Cultura do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ele ocupou o cargo até 2003, quando foi substituído por Gilberto Gil. 

Weffort foi autor de livros como “Formação do Pensamento Político Brasileiro”, “Por que Democracia” e ” Qual Democracia?”, entre outros. Seu último trabalho publicado foi a obra “Crise da Democracia Representativa e Neopopulismo no Brasil”, em coautoria com o professor José Álvaro Moisés.

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Weffort também foi fundador e presidente da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), pesquisador do Centro de Estudos da Cultura Contemporânea (Cedec) e lecionou no Wilson Center e no Helen Kellogg Institute, ambas instituições nos EUA.

“Correio Braziliense”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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