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Lázaro Barbosa: serial killer baiano mobiliza 200 policiais em busca de seis dias no DF

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Por Deyvid Alan

Distrito Federal após o serial killer ter matado uma família em Ceilândia no ultimo dia 9 de junho. 200 policiais foram mobilizados para a busca durante seis dias de perseguição.

Naquele dia, o homem teria cometido um triplo homicídio e fugiu levando uma empresária de 43 anos como refém. No entanto, a mulher conseguiu ligar para o irmão, que chegou à casa e encontrou os três corpos no chão.

A mulher foi encontrada morta três dias depois, no sábado (12). O corpo estava em um córrego próximo a Sol Nascente, também no Distrito Federal. O cadáver estava sem roupa e com diversos cortes.

Logo após a morte da família, Lázaro Barbosa começou a fuga da polícia e no caminho fez vários reféns. Na quinta-feira (10) duas pessoas em uma chácara, teriam ficado sob a mira do revólver de Lázaro, que fugiu do local com R$ 200, uma jaqueta, celulares e carregador.

No terceiro dia de fuga, Lázaro fez mais um refém e roubou um Fiat Pálio em Ceilândia. Com o carro, ele se dirigiu a Cocalzinho, desta vez em Goiás, onde abandonou e incendiou o veículo. As investigações apontam que lá se encontrou com um comparsa que o ofereceu suporte.

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Já no sábado (12) teria feito mais um refém, mas abandonou o local fugindo para outra chácara, onde baleou três homens e roubou duas armas de fogo. Uma das vítimas teve um ferimento superficial e passa bem, os outros dois foram levados em estado grave para um hospital de Anápolis (GO).

No final da noite, a polícia encontrou Lázaro e quase o prendeu. Houve troca de tiros, mas o suspeito conseguiu escapar enquanto ateava fogo a uma casa em Cocalzinho, interior de Goiás.

Na tarde deste domingo (13), o foragido furtou um outro carro, também em Cocalzinho (GO), e abandonou o veículo, após avistar um ponto de bloqueio montado pela polícia.

No interior do automóvel, foi encontrado um carregador de munições. Policiais iniciaram uma intensa busca pela mata, usaram cães farejadores, drones e helicópteros.

As buscas continuam nesta segunda-feira (14).

Com informações PCDF e Correio Brasiliense

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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