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Justiça determina suspensão da exibição do filme de Danilo Gentili

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Por Tamires Ferreira. 

O Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou que o filme de Danilo Gentili “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, de 2017, seja retirado do catálogo de todas as plataformas que alocam a produção seguindo decisão de suspensão de exibição que tem “em vista a necessária proteção à criança e ao adolescente consumerista”. 

 

O Ministro da Justiça Anderson Torres compartilhou via Twitter um trecho do despacho, publicado nesta terça-feira (15) no Diário Oficial da União (DOU). O não cumprimento da decisão pode acarretar em multa diária de R$ 50 mil. Atualmente, as plataformas que disponibilizavam o filme eram Netflix, Globoplay, Telecine, YouTube, Apple e Amazon. 

De acordo com o UOL, Gentili afirmou sentir “orgulho” por ter conseguido “desagradar” tanto petistas quanto bolsonaristas com o longa, e também mencionou um “falso moralismo”. 

 

Entenda o caso 

 

Quando “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola” foi lançado, rapidamente se tornou alvo de críticas devido conteúdo sexual impróprio, bem como em uma cena que envolvia Fabio Porchat. O filme voltou no último fim de semana a ser assunto nas redes sociais dentro de um contexto político, ficando nos trends do Twitter e chamando atenção de políticos e do Ministério. Porchat, bem como Gentili, voltaram a receber críticas e diversos comentários em seus perfis na internet. 

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No filme, Porchat interpreta Cristiano, um homem com desvios sexuais e dono do caderno que o ex-colega (papel de Danilo Gentili) roubou na escola para escrever o guia de como ser o “pior aluno”. 

 

“Olhar Digital”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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