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Burger King tira do ar propaganda com Kid Bengala após críticas nas redes

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O Burger King após uma negativa no marketing, tirou do ar nesta quinta (15) uma campanha publicitária com o ator pornô Kid Bengala. O comercial despertou polêmicas nas redes sociais desde seu lançamento, com usuários acusando a peça de ter um apelo sexual elevado e indesejado.

No vídeo, já removido dos canais oficiais da marca, Bengala compara o tamanho dos lanches da rede de fast food com o comprimento de seu pênis e dizia: “O Whopper é nada artificial. Gigante que nem eu”. A produção destacava uma nova promoção da marca, que vendia dois sanduíches por R$ 25.

Em outro momento do vídeo, o ator simula dificuldade de comer o sanduíche da marca e explica que o tamanho é um problema. “O negócio é grande e não cabe na minha boca. Isso é vingança”, diz Bengala, em tom de brincadeira.
Nas redes, uma parcela do público reclamou que o comercial poderia ser visto por crianças, o que despertaria questões sobre as piadas de cunho sexual da propaganda.

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Em nota à imprensa, o Burger King declarou que preferiu não ampliar a discussão e a polarização das redes sociais, destacando que sempre posicionou a marca em campanha de bom humor.

“O Burger King sempre foi reconhecido por ser uma marca com uma comunicação moderna, bem-humorada e provocativa, que chama a atenção e cria conversas nas redes sociais”, diz a empresa em nota. “Assim, nós sempre conseguimos ampliar a nossa voz e nossos produtos por meio de campanhas icônicas. Para não ampliarmos as discussões e polarização nas redes, optamos por retirar o material do ar.”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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