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Presidente incluiu arte sacra como uma das áreas contempladas pelo programa. Recursos serão definidos pelo ministro do Turismo

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) assinou decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura, a Lei Rouanet. A norma foi publicada nesta terça-feira (27) no DOU (Diário Oficial da União).

A novidade é que o titular do Executivo incluiu arte sacra entre as áreas contempladas pela lei, que aborda arte contemporânea, audiovisual, belas artes, museus, memória e patrimônio cultural.

De acordo com o decreto, o programa terá um plano anual, que será desenvolvido por Mario Frias, secretário especial de Cultura. Entre os projetos que podem receber apoio, estão os que fomentam atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade.

A lista inclui iniciativas que promovem a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira.

Os recursos que serão destinados aos processos públicos serão definidos pelo ministro do Turismo (Gilson Machado Neto), com base na proposta elaborada pela secretaria de Cultura, que poderá escolher os programas, projetos e ações culturais a serem financiados.

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Bolsonaro comemorou a medida nas redes sociais. “Assinamos o decreto que regulamenta o Programa Nacional de Apoio à Cultura. O instrumento objetiva uma gestão eficiente, com controle de prestação de contas, e traz inédita valorização de Belas Artes e Arte Sacra”, disse.

Frias, por sua vez, agradeceu o “apoio e a confiança” de Bolsonaro. “Vamos continuar trabalhando para levar cultura a todos os cantos do Brasil. Devolvê-la ao homem comum”, comentou.

“R7”

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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