Brasil

Valor incluído na LDO quase que triplicou em relação às eleições de 2018

Publicado em

BRASIL

O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta segunda-feira (19), em entrevista à TV Brasil, que não vai sancionar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões – aprovado pelo Congresso em meio ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2022 na última quinta-feira (15). Em um primeiro momento, ele disse que medida “não será sancionada”. Depois, falou que a “tendência é não sancionar” o texto.

“É uma cifra enorme, que, no meu entender, está sendo desperdiçada, caso ela seja sancionada. Posso adiantar para você que não será sancionada. Que, afinal de contas, eu tenho que conviver em harmonia com o Legislativo. E nem tudo que eu apresento ao Legislativo é aprovado e nem tudo que o Legislativo aprova, vindo deles, eu tenho obrigação de aceitar para o lado de cá. Mas a tendência nossa é não sancionar isso daí em respeito ao trabalhador, ao contribuinte brasileiro”, disse em entrevista.

Relator da proposta, o deputado Juscelino Filho (DEM-MA) incluiu trecho que aumenta o fundo, que passou de R$ 2 bilhões em 2018 para R$ 5,7 bilhões em 2022. 

Leia Também:  Celulares já mataram 23 no Brasil: especialistas apontam principais vilões

O presidente pode sancionar a LDO integralmente ou somente o trecho polêmico. Se houver veto, os deputados e senadores ainda podem derrubá-lo.

O fundo foi criado em 2017 após determinação do Supremo Tribunal Federal de proibir doações por parte de pessoas jurídicas às legendas ou candidatos.

Para Bolsonaro, a culpa pela aprovação do “fundão” é do vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM). O deputado negou participação na inclusão do texto no Orçamento e convocou o presidente para um debate sobre a medida para provar que não tem participação nas articulações pelo dinheiro de campanha.

Parlamentares impetraram um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal contra o fundo eleitoral. A ação será julgada pelo ministro Kassio Nunes Marques. O pedido foi assinado pelos deputados federais Adriana Ventura (Novo-SP), Daniel Coelho (Cidadania-PE), Felipe Rigoni (PSB-ES), Tabata Amaral (PDT-SP), Tiago Mitraud (Novo-MG), Vinicius Poit (Novo-SP) e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE).

BandNews TV”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

Publicados

em

A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

Leia Também:  SP volta à fase vermelha nesta segunda; veja o que abre e o que permanece fechado
COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA