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Fábrica de Manaus anunciou demissões; decisão surpreendeu setor varejista

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Depois de a Sony anunciar, em março, o fim da produção e venda de seus aparelhos de televisão no Brasil, agora é a vez de a Panasonic confirmar que vai deixar de fabricar suas TVs e produtos de áudio no país até o final deste ano. As informações são do Valor Econômico e jornal O Globo.

A multinacional japonesa, que também confirmou dezenas de demissões, informou que o encerramento da produção de TV e áudio no Brasil é uma decisão que segue uma estratégia global, com foco na sustentabilidade do negócio. 

Apesar de os produtos serem produzidos na fábrica de Manaus (AM), a unidade vai manter sua atividade com as linhas de micro-ondas, produtos automotivos e componentes eletrônicos.

Com o fim da área de TVs e áudio, a Panasonic vai demitir 130 funcionários até o final deste ano. O número representa 5% dos 2.400 colaboradores da empresa no país.

Além de Manaus, a Panasonic tem ainda a fábrica em Extrema (MG), onde produz máquinas de lavar e refrigeradores. Em São José dos Campos (SP) fica a unidade de fabricação de pilhas de zinco e alcalinas.

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Segundo O Globo, a notícia da saída da Panasonic surpreendeu redes de varejo e analistas. Uma fonte do setor lembrou que o mercado de TVs vem passando por uma disputa tecnológica acirrada, o que exige pesados investimentos em software, conectividade e parcerias com empresas de variados setores como os de streaming de vídeos.

Foi essa falta de investimento que fez a japonesa Sony perder a corrida no setor, amargando vendas cada vez menores. O mesmo ocorreu com a Panasonic, ressaltou essa mesma fonte à publicação.

Atualmente, o segmento é dominado no país pela coreana Samsung, seguida da também coreana LG. Em paralelo, diversas marcas passaram a investir no setor com produtos voltados para a chamada faixa intermediária, com preços a partir de R$ 1.400.

Foi assim que nos últimos meses a Britânia, conhecida pelos eletrodomésticos, anunciou seus primeiros modelos, seguido da Toshiba, que selou parceria com a Multilaser. Fontes do setor revelam que Sanyo e Sharp são outras marcas de sucesso dos anos 1980 e 1990 que preparam o retorno às lojas. Com informações do Valor e O Globo.

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Número de mortes por intoxicação por metanol em São Paulo sobe para cinco

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A Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas; o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos

Garrafas apreendidas durante fiscalização em bar na Mooca, zona leste de São Paulo, nesta segunda (29)Autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas

O estado de São Paulo registrou um aumento no número de mortes por intoxicação por metanol, que agora chega a cinco. Os incidentes ocorreram tanto na capital quanto na região metropolitana. Até o momento, foram contabilizados 22 casos de intoxicação, sendo sete confirmados e 15 ainda em fase de investigação.

Em resposta à situação, as autoridades decidiram interditar cautelarmente todos os estabelecimentos que apresentem indícios de comercialização de bebidas adulteradas. Especialistas alertam que a contaminação por metanol geralmente está associada à falsificação de produtos, uma vez que a substância não altera o sabor ou o aroma, sendo identificável apenas em análises laboratoriais.Ainda não se sabe a origem do metanol ou como as garrafas foram contaminadas.

Polícia Civil está conduzindo investigações em bares e adegas que levantam suspeitas. O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, informou que a Polícia Federal também está envolvida na apuração dos casos de intoxicação por metanol. Um inquérito foi aberto para investigar a origem da substância e verificar se houve distribuição em outros estados

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