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PF prende dois acusados de ameaçar familiares de Alexandre de Moraes

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A Polícia Federal (PF) prendeu nesta sexta-feira (31) duas pessoas acusadas de ameaçar familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. As prisões ocorreram em São Paulo e no Rio de Janeiro. Cinco mandatos de busca e apreensão também foram cumpridos.

De acordo com a corporação, as prisões foram determinadas pelo próprio Supremo, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os nomes dos acusados não foram divulgados pela PF.

As prisões desta sexta-feira foram realizadas em uma nova investigação envolvendo ameaças contra o ministro e seus familiares. Em 2023, Moraes e seu filho foram alvo de hostilidades no Aeroporto de Roma, na Itália.

Segundo as reportagens divulgadas pela imprensa, o grupo teria chamado o ministro de “bandido e comunista”. Ao questionar os insultos, o filho do ministro foi agredido por um dos acusados. Moraes estava na Itália para participar de uma palestra na Universidade de Siena.

“Agência Brasil”

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PDT entrou com ação contra “papel moderador” de militares porque havia ameaça no governo Bolsonaro, diz Lupi à CNN

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STF formou maioria para determinar que Constituição não possibilita “intervenção militar constitucional”

Lupi afirmou esperar que a ação seja aprovada com unanimidade. A corte formou maioria na última segunda-feira (1°) para seguir o entendimento do relator, Luiz Fux, estabelecendo que a Constituição não permite intervenção militar.

Em entrevista à CNN, o ministro ressaltou que o PDT entrou com a ação no Supremo com o objetivo de “lutar pelas garantias constitucionais”, uma vez que, segundo ele, existiam “ameaças todos os dias com o governo Bolsonaro, de intervenção, de desobediência às regras estabelecidas”.

A ideia é promover “proteção ao órgão garantidor da Constituição que é o STF”, disse o ministro.

Para Lupi, “não é papel dos militares” se envolver com o processo político-eleitoral, de forma que, caso seja de interesse individual iniciar na vida política, o militar deve largar sua carreira e “disputar o voto da população, que é um direito que qualquer cidadão tem”.

Ele ressalta ainda que a regulamentação de qualquer possibilidade de as Forças Armadas intervirem no processo de democracia é “fundamental, educativo e garantidor” da Constituição.

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CNN entrou em contato com a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre as falas de Lupi envolvendo o governo anterior e aguarda retorno.

“CNN”

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