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Segunda safra do milho em Mato Grosso tem estimativa de novo recorde na colheita

A estimativa é que já foram colhidos 75,19% da safra do cereal.

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Por Branca Morais

Mato Grosso já tem a fama de ser um dos maiores produtores de grãos e grande representante em excelência no setor do agronegócio, esse ano mais uma vez não será diferente. o Estado será mais uma vez destaque no senário agrícola do país.

Isso se deve ao grande volume na colheita do milho que já é muito satisfatória até o momento, e não é novidade nenhuma que a agricultura vai muito bem e já se fala em safras fenomenais para o ano que vem.  

Que agricultura ultimamente vem salvando a economia do país, isso é fato. Mas mesmo assim, o Governo Federal lançou um novo plano safra para o ano de 2018, dificultando alguns trâmites para os créditos nesse setor.

A colheita de milho continua acelerada, avançando 13,17 pontos percentuais na semana encerrada no último dia 21 de julho.

Com esse progresso acelerado dos trabalhos nos campos, o (Imea) Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária estima que já foram colhidos 75,19% da área destinada à segunda safra do cereal.

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De acordo com o órgão, a colheita está adiantada em 7,97 pontos percentuais em relação à safra 2015/16 e 21,40 pontos percentuais quando comparado à média dos últimos cinco anos.

As regiões mais avançadas são a médio-norte (91,07%), a norte (80,16%) e a oeste (73,54%). O processo segue

Nesta semana, a produtividade média ponderada pelas regiões ficou em 108,95 sacas/ha, oscilando de 90 a 130 sacas/ha, média que está acima do valor estimado na última previsão de safra. Estes números representam uma fração da safra e ainda restam 24,8% da área a ser colhida.

Apesar da frente fria que atingiu o Estado alguns dias atrás, o processo não sofreu grandes interferências, porém, a partir deste momento, naturalmente com o aproximar do fim da colheita, ela tende a diminuir o ritmo gradativamente até a conclusão dos trabalhos no campo.

 

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Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

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Flexibilidade nos contratos ajuda a manter negócios ativos e reduzir riscos jurídicos

Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

Em um cenário econômico instável, marcado por inflação, variações nas taxas de juros e crises setoriais, a revisão contratual surge como uma ferramenta essencial para garantir a sustentabilidade dos negócios. Mais do que uma medida jurídica, ela se torna um aliado estratégico na gestão empresarial, permitindo que empresas e profissionais adaptem seus compromissos às mudanças do mercado e evitem litígios desnecessários.

Revisão contratual: prevenção e governança corporativa

Segundo o advogado Marco Aurélio Alves de Oliveira, da Hemmer Advocacia, a revisão de contratos deixou de ser apenas uma ação emergencial e passou a integrar as políticas de governança corporativa de empresas que buscam segurança jurídica.

“A revisão contratual é uma ferramenta preventiva. Ela garante que as partes possam renegociar cláusulas diante de situações imprevistas, como oscilações econômicas, alterações legislativas ou crises setoriais. O objetivo é preservar o equilíbrio financeiro e a continuidade das relações comerciais, sem que seja necessário recorrer ao Judiciário”, explica Marco Aurélio.

Base legal e antecipação contratual

A revisão contratual está prevista no artigo 478 do Código Civil, que permite a alteração ou rescisão de contratos quando acontecimentos imprevisíveis comprometem o equilíbrio financeiro entre as partes.

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No entanto, a antecipação contratual, por meio de cláusulas específicas de revisão, é considerada a melhor estratégia para evitar litígios.

“O ideal é que as empresas já incluam nos contratos cláusulas de revisão, que definam parâmetros claros para renegociação em caso de desequilíbrio econômico. Isso reduz incertezas e traz mais previsibilidade para as partes envolvidas”, complementa Marco Aurélio.

Aplicação prática em diversos setores

A revisão contratual tem sido utilizada em setores como fornecimento, locação comercial, prestação de serviços e financiamentos, especialmente durante períodos de retração econômica.

Com a alta dos custos operacionais e mudanças nas cadeias de suprimento, revisar contratos pode ser decisivo para manter parcerias comerciais ou evitar processos judiciais prolongados.

“É preciso prezar por uma negociação transparente e técnica, sempre com o acompanhamento de uma assessoria jurídica especializada. A revisão deve ser vista como uma oportunidade de ajuste e diálogo, não como um embate. Quando conduzida com boa-fé e base técnica, ela preserva a saúde financeira da empresa e fortalece os vínculos comerciais”, afirma o advogado.

Contratos flexíveis garantem resiliência

Para Marco Aurélio, a principal lição é clara:

“Em tempos de instabilidade, contratos rígidos podem fragilizar negócios; contratos flexíveis, com instrumentos de revisão bem estruturados, garantem resiliência e segurança jurídica.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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