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Produção de algodão cresce 11% na Bahia com expansão da área plantada

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Safra 2024/25 mantém produtividade estável e projeta crescimento de 10% na produção total

A safra 2024/25 de algodão na Bahia apresenta perspectivas promissoras, impulsionadas por um crescimento de 11% na área cultivada. De acordo com a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), a cultura ocupa agora 383 mil hectares, consolidando o estado como um dos principais polos produtores do país.

Apesar da expansão da área plantada, a produtividade média permaneceu estável em 326 arrobas por hectare. Com isso, a produção total estimada deve alcançar 1,85 milhão de toneladas, representando um avanço de 10% em relação à safra anterior.

A crescente demanda no mercado internacional tem impulsionado investimentos em tecnologia e manejo, garantindo fibras de alta qualidade e reforçando a competitividade do algodão baiano. Além disso, o regime favorável de chuvas no início do ciclo beneficiou o desenvolvimento das lavouras.

Embora a comercialização da safra ainda esteja em fase inicial, o setor já se movimenta para antecipar negociações. Com os preços internacionais em alta, as expectativas são positivas para os produtores do estado.

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A AIBA destaca a importância da adoção de boas práticas agrícolas e do monitoramento constante das lavouras para assegurar a qualidade da produção e manter a competitividade do algodão baiano no cenário global.

“Portal do Agronegócio”

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Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

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Flexibilidade nos contratos ajuda a manter negócios ativos e reduzir riscos jurídicos

Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

Em um cenário econômico instável, marcado por inflação, variações nas taxas de juros e crises setoriais, a revisão contratual surge como uma ferramenta essencial para garantir a sustentabilidade dos negócios. Mais do que uma medida jurídica, ela se torna um aliado estratégico na gestão empresarial, permitindo que empresas e profissionais adaptem seus compromissos às mudanças do mercado e evitem litígios desnecessários.

Revisão contratual: prevenção e governança corporativa

Segundo o advogado Marco Aurélio Alves de Oliveira, da Hemmer Advocacia, a revisão de contratos deixou de ser apenas uma ação emergencial e passou a integrar as políticas de governança corporativa de empresas que buscam segurança jurídica.

“A revisão contratual é uma ferramenta preventiva. Ela garante que as partes possam renegociar cláusulas diante de situações imprevistas, como oscilações econômicas, alterações legislativas ou crises setoriais. O objetivo é preservar o equilíbrio financeiro e a continuidade das relações comerciais, sem que seja necessário recorrer ao Judiciário”, explica Marco Aurélio.

Base legal e antecipação contratual

A revisão contratual está prevista no artigo 478 do Código Civil, que permite a alteração ou rescisão de contratos quando acontecimentos imprevisíveis comprometem o equilíbrio financeiro entre as partes.

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No entanto, a antecipação contratual, por meio de cláusulas específicas de revisão, é considerada a melhor estratégia para evitar litígios.

“O ideal é que as empresas já incluam nos contratos cláusulas de revisão, que definam parâmetros claros para renegociação em caso de desequilíbrio econômico. Isso reduz incertezas e traz mais previsibilidade para as partes envolvidas”, complementa Marco Aurélio.

Aplicação prática em diversos setores

A revisão contratual tem sido utilizada em setores como fornecimento, locação comercial, prestação de serviços e financiamentos, especialmente durante períodos de retração econômica.

Com a alta dos custos operacionais e mudanças nas cadeias de suprimento, revisar contratos pode ser decisivo para manter parcerias comerciais ou evitar processos judiciais prolongados.

“É preciso prezar por uma negociação transparente e técnica, sempre com o acompanhamento de uma assessoria jurídica especializada. A revisão deve ser vista como uma oportunidade de ajuste e diálogo, não como um embate. Quando conduzida com boa-fé e base técnica, ela preserva a saúde financeira da empresa e fortalece os vínculos comerciais”, afirma o advogado.

Contratos flexíveis garantem resiliência

Para Marco Aurélio, a principal lição é clara:

“Em tempos de instabilidade, contratos rígidos podem fragilizar negócios; contratos flexíveis, com instrumentos de revisão bem estruturados, garantem resiliência e segurança jurídica.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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