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Conheça 27 parques nacionais, um por estado do Brasil, para visitar

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Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, em Goiás
Augusto Miranda / Ministério do Turismo / Divulgação

Parque Nacional Chapada dos Veadeiros, em Goiás

No próximo mês de junho, o primeiro dos 74 parques nacionais do Brasil, o de Itatiaia, completa 85 anos. Desde então, o país ganhou mais 333 unidades de conservação ambiental, de parques a reservas menores, espalhadas pelos 26 estados e o Distrito Federal. Muitas delas com grande potencial turístico, e que viram o interesse do público aumentar durante a pandemia, quando o contato com a natureza e as atividades ao ar livre passaram a ser mais valorizados do que nunca.

Nem todas essas reservas, administradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), autarquia ligada ao Ministério do Meio Ambiente, podem ser visitadas. Em alguns casos pela fragilidade do ecossistema em questão. Em outros, pela falta de um plano de manejo que organize as atividades turísticas.

Para a professora Paula Brumatti, coordenadora do curso de Gestão de Turismo, do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, a visitação do grande público pode representar um ganho econômico para a região, e até gerar mais recursos para a própria unidade de conservação. Mas é preciso encontrar equilíbrio entre turismo e preservação ambiental.

“O desenvolvimento do turismo tem que estar alinhado com os preceitos da sustentabilidade, para não gerar uma exploração ainda maior de recursos e causar impactos negativos, ambientais ou sociais, em toda a região”, diz a especialista. “É preciso, por parte dos administradores, um investimento maior em educação ambiental, para moradores e visitantes. E, do lado do poder público, reforçar a estrutura de fiscalização”.

A variedade de ecossistemas protegidos por esses parques é um trunfo do país. Todos os grandes biomas brasileiros estão representados em unidades abertas à visitação. Para dar uma ideia da grande diversidade de paisagens que se pode encontrar, selecionamos 27 unidades de conservação federal, uma por estado, com algum tipo de visitação. Da Serra do Divisor, no Acre, aos arquipélagos de Fernando de Noronha e Abrolhos, passando por Pantanal, Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga, há um pouquinho de Brasil em cada um deles.

1 – Acre: Parque Nacional da Serra do Divisor

Com uma área de 837 mil hectares junto à fronteira com o Peru, tem a maior biodiversidade de fauna e flora da Amazônia. O acesso é feito de barco a partir do município de Mâncio Lima, de onde saem os barcos que navegam pelos rios Moa e Japiin até a área onde se encontram as pousadas no interior do parque, num percurso que pode levar até oito horas, dependendo do nível da água. É também através dos rios que se chega, em passeios organizados por agências locais, a algumas das principais atrações da área, como as cachoeiras Pirapora, Formosa, do Amor e Ar-Condicionado (que tem esse nome pela temperatura mais fria da água). Outros destaques são o Buraco da Central e o Mirante Serra da Jacirana, numa elevação a cerca de 500 metros de altura.

2 – Alagoas: Monumento Natural do Rio São Francisco

Criada em 2009, esta unidade de conservação foi a primeira do tipo no país, e se espalha por uma área de 26.736,30 hectares por Bahia, Sergipe e Alagoas. Neste último, a principal base de exploração turísticas é a cidade histórica de Piranhas, de onde saem passeios frequentes de barco pelo Rio São Francisco e pelos cânions da usina hidrelétrica de Xingó. A cidade, conhecida por seu casario antigo às margens do rio, conta com uma boa estrutura de hotéis, restaurantes e agências, que também organizam passeios pela rota do cangaço, uma boa oportunidade de conhecer a história da região e ver de perto o bioma da caatinga.

3 – Amapá: Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque

O maior parque nacional brasileiro, com 3.865.188 hectares, que se estende também por parte do estado do Pará. O acesso à área de proteção é principalmente fluvial e há dois polos de visitação ao parque. O Polo Oiapoque tem como principais atrações a Cachoeira do Anotaie, onde há uma base para acampamento e pernoite, e a Vila Brasil, uma comunidade ribeirinha onde também se pode encontrar hospedagem e atividades como trilhas e banho de rio. Já no Polo Amapari, a partir da cidade de Serra do Navio, pequenos barcos levam os visitantes a uma base do parque com estrutura rústica de acampamento, sem luz elétrica ou sinal de telefone e internet.

4 – Amazonas: Parque Nacional de Anavilhanas

Localizado no Rio Negro, a cerca de 40km acima de Manaus, este é um dos parques nacionais brasileiros mais conhecidos internacionalmente. Formado pelo segundo maior arquipélago fluvial do mundo, com pouco mais de 400 ilhas e 60 lagos, desde 2000 está listado com Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. A melhor maneira de visitar o Anavilhanas é se hospedando em Novo Airão, município onde está a sede do parque, e que concentra uma razoável estrutura de hotéis, pousadas, lojas de artesanato e agências de turismo, que organizam passeios de barco pelo arquipélago e o popular encontro com os botos-rosas — é possível nadar com os animais na atração conhecida como Flutuante dos Botos. Se a ideia é uma imersão na natureza amazônica, vale procurar um hotel de selva, como os exclusivos Anavilhanas Jungle Lodge e o Mirante do Gavião Amazon Lodge.

5 – Bahia: Parque Nacional Marinho dos Abrolhos

O primeiro parque nacional marinho do Brasil, criado em 1983, é famoso pelo espetáculo das baleias-jubarte, que voltam para este arquipélago no Sul da Bahia todos os anos, entre junho e novembro, para se reproduzirem. Mas há muito mais vida ali além dos grandes cetáceos. Com 87.943 hectares, Abrolhos abriga cerca de 1.300 espécies marinhas, de corais e peixes a aves e tartarugas. A melhor maneira de visitar a área é com passeios de barco, sobretudo no período de avistamento das baleias, e para mergulho, em áreas autorizadas no parque. É possível também fazer passeios guiados pelas ilhas Siriba e Redonda, para observação das aves. Em geral, as excursões saem de Caravelas, a cidade mais próxima.

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6- Ceará: Parque Nacional de Jericoacoara

A Pedra Furada e a Duna do Pôr do Sol são os cartões-postais mais conhecidos deste parque com 8.863,03 hectares, que completa 20 anos em fevereiro. O Serrote, a elevação rochosa de 95 metros de altura de frente para o mar, onde fica o farol da vila, é outro importante atrativo do parque, que abrange também as trilhas à beira-mar para a praia de Preá e para as regiões de Mangue Seco e Lagoa Grande.

7 – Distrito Federal: Parque Nacional de Brasília

Também conhecido pelo apelido de Água Mineral, o parque de Brasília está a apenas 10km do centro do Plano Piloto. Inaugurado em 1961, o parque tem 42.355 hectares com muita mata nativa e nascentes de água, onde vivem animais como o lobo-guará, o tatu-canastra, o tamanduá-bandeira, a jaguatirica, o ouriço-caixeiro, a anta e até a onça-parda. Suas principais atrações são as piscinas naturais Pedreira e Areal, as trilhas Cristal Água e Capivara e a Ilha da Meditação. O ingresso custa R$ 16.

8 – Espírito Santo: Parque Nacional do Caparaó

Com 2.892 metros, o Pico da Bandeira é a terceira maior montanha do país. É também a principal atração do Parque Nacional do Caparaó, na divisa entre os estados do Espírito Santo e de Minas Gerais. Ele, no entanto, não está sozinho no horizonte, onde se destacam também os picos do Cruzeiro (com 2.852 metros), do Calçado (com 2.849 metros) e do Calçado Mirim (com 2.818 metros), todos na divisa. O parque possuiu duas portarias de acesso, uma no município de Alto Caparaó (MG), outra em Pedra Menina, distrito do município de Dores do Rio Preto (ES). Por esta, o principal caminho para o topo é o da Trilha Casa Queimada-Pico do Calçado, passando por meio a florestas e campos de altitude e oferecendo paisagens de tirar o fôlego.

9 – Goiás: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Esta unidade com 240.611 hectares e que pega cinco municípios goianos, nasceu para preservar uma parte importante do cerrado. Com entrada principal em São Jorge, distrito de Alto Paraíso, o parque abriga espécies e formações vegetais únicas, centenas de nascentes e cursos d’água, rochas com mais de um bilhão de anos, um conjunto que valeu o título de Patrimônio Natural da Humanidade, conferido pela Unesco em 2001. Existem quatro circuitos pré-definidos dentro do parque, com os mais variados níveis de dificuldade. O mais fácil é o da Trilha da Seriema, que dá acesso ao Córrego Preguiça. A Trilha dos Saltos, de nível mais pesado, leva ao mirante do Salto do Rio Preto, queda d’água de 120 metros de altura que é um dos mais conhecidos cartões-postais da chapada. Os ingressos custa R$ 20.

10 – Maranhão: Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Dos 155 mil hectares do parque, 90 mil são cobertos por dunas e lagoas, onde se chega em veículos 4 x 4. A melhor época para visitar é entre junho e começo de setembro, com as lagoas mais cheias. A principal base é Barreirinhas, ligada à capital São Luiz por estrada asfaltada e onde fica a maior parte dos hotéis, restaurantes e empresas de turismo da região. É de lá que saem os passeios pelo belo Rio Preguiças, por exemplo. Já quem quer mais sossego, pode se basear na pequena Santo Amaro, que compensa a pouquíssima estrutura com a proximidade maior com as dunas.

11 – Mato Grosso do Sul: Parque Nacional de Ilha Grande

Com 76.138,19 hectares de área, o parque fica localizado na divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraná, ao redor do último trecho livre de represamento do Rio Paraná. O cenário é dominado por lagos, lagoas, várzea continental e cerca de 180 ilhas e ilhotas, incluindo a tal Ilha Grande, com cerca de 120 km de comprimento e até 10 km de largura, que batiza a unidade. Nessas ilhas é possível observar uma rica biodiversidade. Dos municípios de Mundo Novo, Eldorado, Itaquirai e Naviraí saem saem barcos turísticos para passeios.

12 – Mato Grosso: Parque Nacional do Pantanal Matogrossense

Localizado nos municípios de Poconé e Cáceres, no Mato Grosso, esse parque criado em 1981 preserva 135 mi hectares do Pantanal. Após cruzar a lendária Rodovia Transpantaneira, chega-se à localidade Porto Jofre, em Poconé, de onde saem barcos que navegarão pelas áreas alagadas do parque, possibilitando a observação de sua rica fauna, repleta de tuiuiús, jacarés, veados e, com sorte, onças-pintadas. A melhor época para visitar é de maio a setembro, quando chove menos.

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13 – Minas Gerais: Parque Nacional da Serra do Cipó

Distante 100km de Belo Horizonte, estende-se por 34 mil hectares, pegando os municípios de Santana do Riacho, Morro do Pilar, Itambé do Mato Dentro e Jabuticabas, onde fica a sede. O visitante pode fazer caminhadas e trilhas num cenário que varia entre campos de cerrado e mata fechada. As principais atrações são o Cânion das Bandeirinhas e a Cachoeira da Farofa, onde se pode tomar banho.

14 – Pará: Parque Nacional da Amazônia

Às margens do Rio Tapajós e abrigando diversos afluentes do Amazonas, o parque oferece um verdadeiro mergulho na Floresta Amazônica. A partir da sede, em Itaituba, no oeste do Pará, o visitante mergulha na floresta através de trilhas, praias de rio (especialmente entre agosto e dezembro) e pontos de observação de animais, sobretudo aves. Do mirante, é possível ter uma bela vista da imensidão da área protegida, que tem pouco mais de um milhão de hectares.

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15 – Paraíba: Floresta Nacional da Restinga de Cabedelo

Esta área de conservação federal, também conhecida como Mata da AMEM, oferece ótima opção de passeio no município de Cabedelo, na Grande João Pessoa. São 103 hectares de mata atlântica de restinga e manguezais às margens do Rio Mandacaru, parte da Bacia do Rio Paraíba. Por suas trilhas, é possível observar animais nativos, como bichos-preguiças e uma enorme variedade de pássaros.

16 -Paraná: Parque Nacional do Iguaçu

Famoso pelas Cataratas do Iguaçu, é listado como Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. Com ótima estrutura de visitação, a unidade de 169.695 hectares também preserva uma imensa área de Mata Atlântica, lar de uma rica fauna, que vai de aves coloridas a quatis. Ingresso a R$ 58.

17 – Pernambuco: Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha

Os 10.929 hectares do parque abrigam alguns dos pontos mais deslumbrantes do litoral brasileiro, como as praias do do Sancho e do Leão, a Ponta do Atalaia e a Baía dos Golfinos. E protegem uma riquíssima fauna, especialmente marinha. Em suas águas, praias e recifes, os visitantes conseguem ver diversas espécies de tartarugas, estrelas-do-mar, corais, peixes, crustáceos e golfinhos. Não à toa é considerado um dos melhores pontos de mergulho do mundo, e, desde 2001, está listado como Patrimônio Natural Mundial pela Unesco. O ingresso custa R$ 165 e vale por dez dias

18 -Piauí: Parque Nacional da Serra da Capivara

A Serra da Capivara guarda um dos maiores acervos de pinturas rupestres do mundo, algumas com cerca de 50 mil anos, registrando a presença dos primeiros seres humanos no nosso continente. Esta história é contada no Museu do Homem Americano. O parque, com 91.848 hectares, chama a atenção também pelas formações rochosas e pela vegetação semiárida da Caatinga.

19 – Rio de Janeiro: Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Criado em 1939 e localizado na Região Serrana do Rio, o parque tem uma área de 20.024 hectares e a maior rede de trilhas do país, com mais de 200km e opções para todos os níveis. Há desde caminhos leves, acessíveis a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, um trekking 30km e três dias de duração pela parte alta do parque. Também é possível escalar picos altíssimos, como o Dedo de Deus (em Guapimirim) e a Agulha do Diabo.

20 – Rio Grande do Norte: Parque Nacional da Furna Feia

Criado em 2012 para preservar 8.494 hectares de Caatinga nos municípios de Baraúnas e Mossoró, o parque abriga um importante conjunto de grutas e cavernas, ainda desconhecido da maioria dos turistas brasileiros. São ao todo 206 cavidades naturais, em processo constante de formação há milhares de anos. As principais sãos as cavernas Furna Feia e Furna Nova A primeira é a maior do complexo e lugar ideal para observar morcegos.A segunda, é conhecida pela beleza de suas formações rochosas (espeleotemas).

21 – Rio Grande do Sul: Parque Nacional Aparados da Serra

Conhecido por seus paredões rochosos verticais, alguns chegando a 800 metros de altura, o parque tem 13.141 hectares e áreas tanto no Rio Grande do Sul quanto em Santa Catarina. No território gaúcho, o acesso se dá pela cidade de Cambará do Sul, e tem, entre suas principais atrações, o Cânion Itaimbezinho. O ingresso para um dia custa R$ 50 .

22 – Rondônia: Parque Nacional Serra da Cutia.

Localizado no município de Guajará-Mirim, na fronteira com a Bolívia, o parque não tem estrutura de visitação. Mas passeios de barco saindo da cidade pelo Rio Mamoré ajudam a dar uma ideia do ecossistema da região, uma área de transição do Cerrado para a Amazônia, com grande riqueza de fauna e flora.

23 – Roraima: Parque Nacional do Monte Roraima

O parque, localizado na fronteira com a Venezuela e Guiana, abriga o Monte Roraima, uma das montanhas mais altas do Brasil e sonho de consumo de aventureiros de todo o mundo. A unidade de conservação, com 116.747 hectares, se caracteriza pela combinação de savanas e florestas de altitude e pelos rios e cachoeiras caudalosas. A visitação precisa ser através de agências credenciadas.

24 – Santa Catarina: Parque Nacional da Serra do Itajaí

Instalado na região conhecida como Vale Europeu e com sede em Blumenau, este parque com 57 mil hectares é coberto por de florestas de Mata Atlântica em estágio de recuperação. Suas trilhas por matas e montanhas costumam atrair amantes da natureza da região.

25 – São Paulo: Parque Nacional da Serra da Bocaina

Dividida entre Rio e São Paulo, esta unidade de conservação é conhecida pela grande variedade de paisagens. Em seus 106 mil hectares, é possível encontrar picos de quase dois mil metros de altura e praias selvagens. O acesso à “parte alta” é pelo município paulista de São José do Barreiro, no Vale do Paraíba, com destaque para as cachoeiras de Santo Izidro, das Posses e do Veado, além de trechos do antigo Caminho do Ouro.

26 – Sergipe: Parque Nacional da Serra de Itabaiana

A apenas 38km da capital Aracaju, o parque protege 8.024 hectares de Mata Atlântica e Caatinga e dezenas de espécies de répteis, anfíbios, aves e mamíferos. A entrada principal é por Itabaiana, um dos seis municípios por onde a unidade se estende, e os atrativos mais conhecidos são o Poço das Moças, a Gruta da Serra, a Via Sacra, o Caldeirão, o Parque dos Falcões e o alto da Serra, com 659 metros de altitude.

27 – Tocantins: Parque Nacional do Araguaia

Cobrindo 555.524 hectares na ponta norte da Ilha do Bananal, a maior ilha fluvial do mundo, o parque foi criado em 1959. Não há estrutura formal de visitação, mas passeios de barcos saindo dos municípios de Pium e Lagoa da Confusão levam visitantes para perto da área de conservação, que marca a transição do Cerrado para a Floresta Amazônica.

Fonte: IG Turismo

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Tour pelos estúdios de Game of Thrones é realidade na Irlanda

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Figurinos e adereços originais estão expostos na “Game of Thrones Studios Tour”.
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Figurinos e adereços originais estão expostos na “Game of Thrones Studios Tour”.

Um tour interativo pelos estúdios originais da série “Game of Thrones” foi lançado nesta sexta-feira (4). Desse modo, os fãs que desejarem conhecer os sets de filmagem podem comprar ingressos para o “Game of Thrones Studios Tour”. A atração está localizada na cidade de Banbridge, na Irlanda do Norte.  A atração fica no Linen Mill Studios, onde foram filmadas a maior parte das cenas da famosa produção da HBO. 

No passeio, os visitantes terão a oportunidade de pisar em cenários icônicos, como o Trono da Pedra do Dragão e o Grande Salão do Castelo de Winterfell. No mais, os fãs também poderão conferir roupas, adereços e até as armas utilizadas pelos moradores de Westeros. Igualmente, os bastidores das gravações foram revelados: esboços iniciais das cenas estão disponíveis para apreciação do público. 

O tour dura de duas a três horas, mas os ingressos devem ser reservados previamente pelo site oficial . “Sua jornada pela produção de Game of Thrones começa na Muralha do vasto e congelado Norte, e tudo o que está na escuridão à frente”, é o que diz a divulgação oficial da atração. As entradas custam de 27.50 euros (R$ 200) a 39.50 (R$ 280).

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“Game of Thrones” encerrou em 2019, contando com oito temporadas. No entanto, a série terá um spin-off. “House of Dragons” está prevista para estrear em 2022 na HBO e HBO Max. 

Fonte: IG Turismo

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