CUIABÁ

Siga nossas redes

TECNOLOGIA

Instagram testa recurso bastante aguardado no Brasil; confira

Publicado em

TECNOLOGIA


source
Instagram testa nova figurinha de enquetes
Unsplash

Instagram testa nova figurinha de enquetes

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (27) uma nova versão da figurinha de enquetes nos Stories. Agora, é possível escolher até quatro opções de respostas, e não apenas duas, além de dar para incluir textos mais longos.

Por enquanto, a novidade está em fase de testes apenas no Brasil, Austrália e Indonésia. Para o Instagram, a ideia é dar mais flexibilidade para os usuários.

Até então, só era possível realizar enquetes com duas opções. Para driblar a limitação, muitos usuários utilizavam a figurinha “Teste” para produzir enquetes, mas a obrigatoriedade de haver uma resposta correta prejudicava os conteúdos. Veja as mudanças nas imagens abaixo:

Padrão atual: enquete com duas opções/teste com quatro opções e uma resposta correta
Captura de tela

Padrão atual: enquete com duas opções/teste com quatro opções e uma resposta correta


Novo recurso que está sendo testado no Brasil: enquete com quatro opções
Divulgação/Instagram

Novo recurso que está sendo testado no Brasil: enquete com quatro opções


Leia Também

“Estamos empolgados em testar uma nova versão do recurso de Enquete, um recurso que dá à audiência o poder de engajar mais profundamente com a sua comunidade, criadores e marcas favoritas”, declarou o Instagram.

Leia Também:  Inflação alta afeta Brasil e mundo; entenda os motivos

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TECNOLOGIA

Nvidia desiste de comprar Arm em negócio que custaria US$ 40 bilhões

Publicados

em


source
Nvidia desiste de comprar Arm
Reprodução

Nvidia desiste de comprar Arm

A tentativa durou um ano e meio, mas não deu certo: em nota divulgada na segunda-feira (7), a Nvidia confirmou que a compra da Arm fracassou. Se o negócio avançasse, a companhia americana iria desembolsar cerca de US$ 40 bilhões na operação. A desistência não teve nenhuma motivação financeira, porém. Na verdade, A Nvidia percebeu que seria difícil conseguir aprovação de órgãos reguladores.

Existia uma forte oposição ao negócio, desde o início. De modo geral, a preocupação era a de que a Nvidia passasse a dificultar o acesso às tecnologias da Arm. Essa posição foi defendida por companhias como Qualcomm, Google e Microsoft.

Mas as preocupações advindas de autoridades e órgãos reguladores de mercado tiveram mais peso, aparentemente. No Reino Unido, por exemplo, onde fica a sede da Arm, o governo chegou até a pedir uma investigação sobre o risco de o negócio prejudicar a segurança nacional.

Como a Nvidia é uma empresa com sede nos Estados Unidos, parecia que a compra poderia receber sinal verde por lá, mas a Federal Trade Commission (FTC), órgão americano que regula negociações comerciais, reprovou a aquisição por temor de que isso prejudicasse companhias rivais.

Leia Também:  Procon-SP vai notificar WhatsApp sobre blecaute; multa pode chegar a quase R$ 11 milhões

De fato, muitas companhias são fortemente dependentes de tecnologias da Arm. Os exemplos mais notáveis são Qualcomm, MediaTek, NXP, Samsung e Apple — vale relembrar que os chips M1 são baseados em arquitetura Arm.

Tentando afastar as preocupações, a Nvidia declarou, mais de uma vez, que não só preservaria o modelo de licenciamento de arquiteturas da Arm para empresas em todas as partes do mundo como também poderia ampliar essas parcerias com a oferta complementar de tecnologias próprias.

Leia Também

Mas o argumentos não convenceram. Com dificuldade de aprovação da compra em regiões como Estados Unidos, Europa e China, a Nvidia anunciou a desistência do negócio.

O que acontecerá com a Arm?

Apesar de ter sede no Reino Unido, a Arm é controlada pelo conglomerado japonês SoftBank desde 2016. O grupo deve receber da Nvidia uma espécie de indenização por rompimento contratual com valor de até US$ 1,25 bilhão.

Com o fracasso da operação, a SoftBank anunciou novos rumos para a Arm. O novo plano consiste em torná-la uma companhia de capital aberto. Uma possibilidade é a de as ações da empresa comecem a ser negociadas na Nasdaq até março de 2023.

Por sua vez, a Nvidia anunciou, como se quisesse deixar claro que o rompimento do acordo com a SoftBank foi amigável, que continuará licenciando tecnologia da Arm. “A Arm tem um futuro brilhante e nós continuaremos a apoiá-la com um orgulhoso licenciamento nas próximas décadas. A Arm está no centro da importante dinâmica da computação. Apesar de não sermos uma só empresa, faremos uma parceria estreita com a Arm”, afirmou Jensen Huang, CEO da Nvidia

Um efeito imediato do cancelamento da aquisição é a saída de Simon Segars do posto de CEO da Arm. O executivo era um grande defensor da venda da companhia para a Nvidia. Em seu lugar entrará Rene Haas, que cuidava da divisão de propriedade intelectual da Arm.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA