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Publicado em 28/02/2019
Secretário de Saúde de Mato Grosso diz que Estado “deve para todo mundo” e que Saúde não terá grandes melhorias em dois anos
Saúde
Secretário de Saúde de Mato Grosso diz que Estado “deve para todo mundo” e que Saúde não terá grandes melhorias em dois anos

Por Joel Teixeira

O secretário de saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo,  esteve  em Colider, região Norte do Estado na quarta-feira (27). Em reunião com vereadores, vice-prefeito, secretários municipais e autoridades regionais, Figueiredo disse que Mato Grosso “deve para todo mundo”, está quebrado com dívidas de  quase R$ 4 bilhões e só na Saúde, deve R$ 600 milhões a fornecedores, prestadores de serviços e colaboradores.

Durante conversa, ele disse que não há grandes perspectivas de melhoras na Saúde de Mato Grosso, mas que todos no governo têm muita força e determinação para vencer a crise. Questionado logo depois sobre a fala, Gilberto desconversou: “Eu disse que o Estado vai fazer um esforço sobre-humano para buscar um equilíbrio financeiro num intercurso de dois anos, mas nós não vamos nos acomodar por falta de recursos, tanto é que estou aqui, estou visitando os hospitais, tanto é que existe um contingente muito grande de profissionais na Saúde, empenhados para fazer mais com menos, porque não há recursos disponíveis e nós precisamos melhorar a nossa eficiência nessa área”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma pequena luz no fim do túnel

A notícia boa dada pelo secretário de saúde é que em breve deve reativar a uti neonatal do Hospital Regional de Colíder, mas sem data definida.

O presidente da Câmara de vereadores de Colíder, Pernambuco Filho (MDB), vê com preocupação, a situação do caos financeiro, também na saúde. Em entrevista ao TV Notícias, disse: “Eu acho que esse secretário já volta para ser vereador, porque o “choreiro...”  todo mundo é só chorando e “empurrando a batata” para o outro, Pedro Taques falava do Silval, esse já fala do Pedro Taques e não resolve coisíssima nenhuma. Esses equipamentos da UTI Neo que custaram R$ 3,6 milhões, provavelmente vai perder porque fica muito tempo sem poder usar, e , esse “choreiro” que não tem dinheiro, um Estado rico desse não tem dinheiro, então tem alguma coisa errada. Eu não vejo muita expectativa.  

 

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