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Somatória incluiu todos os passos dados no dia, seja em uma atividade física mais intensa, ou só andando em casa ou no escritório

Pessoas que caminham 7 mil passos por dia reduzem em até 70% risco de morte precoce

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SAÚDE

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela universidade de Massachusetts, publicada na revista científica Jama Network, apontou que pessoas que andam mais de 7 mil passos por dia têm de 50% a 70% menos risco de mortalidade. Independentemente do gênero, cor e idade. Esses 7 mil passos equivalem, mais ou menos, de 4 km a 5 km. A somatória incluiu todos os passos dados no dia, seja em uma atividade física mais intensa, ou só andando em casa ou no escritório. O trabalho tinha como objetivo associar o ritmo de vida diário com a morte prematura, quando ocorre antes dos 65 anos. Por orientação médica, o publicitário Marcos Tenchella faz atividade física todo dia e anda, diariamente, mais que o dobro do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Vou fazer 40 anos agora em janeiro e estou com a meta de chegar saudável. Eu estou só na caminhada por enquanto, mas estou fazendo mais de uma vez por dia. Venho e volto a pé de casa para o trabalho, o que soma mais uns cinco quilômetros, então chego a dar quase 20 mil passos em alguns dias”, conta.

*Com informações da repórter Camila Yunes

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Covid-19

Reforço com vacina diferente é mais eficaz contra vírus, diz estudo

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em

Por R7

Cientistas dos Estados Unidos pesquisaram a eficácia do reforço da imunização contra a Covid-19 de forma homóloga (mesma vacina) e heteróloga (vacina diferente) dos três fármacos aplicados por lá: Janssen, Pfizer e Moderna. O estudo mostra que a aplicação do reforço de farmacêuticas diferentes apresenta melhor resposta imune, na comparação com a dose extra do mesmo produto. A pesquisa foi publicada em pré-impressão no site medRixv, na quarta-feira (13), e ainda precisa da validação de outros cientistas. 

O ensaio foi feito com 458 voluntários, em dez lugares dos EUA, e em duas fases de pesquisa clínica. Todos os participantes receberam uma das três vacinas e não tinham sido infectados pelo Sars-CoV-2, pelo menos 12 semanas após a imunização completa. Desses, 154 pessoas receberam reforço da Moderna; 150, da Janssen; e 154, da Pfizer.

Os resultados primários, apresentados de 15 a 29 dias após a aplicação, indicaram que, com qualquer combinação de vacinas, o reforço aumentou a produção de anticorpos neutralizantes de 4,2 a 76 vezes e a produção de anticorpos de ligação de 4,6 a 56 vezes. Com imunizantes iguais a produção de anticorpos de ligação cresceu de 4,2 a 20 vezes. Já com doses diferentes o aumento foi de 6,2 a 76 vezes mais eficaz.

Os anticorpos neutralizantes destroem o vírus. Os anticorpos de ligação se unem ao vírus, mas não o matam nem evitam a infecção. Em vez disso, alertam o sistema imunológico sobre a presença da célula estranha e leucócitos são enviados para destruí-la. 

O surgimento da variante Delta e a queda da imunidade após seis meses do esquema vacinal completo levantaram a questão sobre as doses de reforço para conter a pandemia. Na maioria dos países, elas estão autorizadas para idosos e imunodeprimidos.

No Brasil, o Ministério da Saúde orienta que a aplicação extra seja, de preferência, com a Pfizer, independentemente do produto usado antes. A indicação do FDA (agência reguladora nos EUA), no entanto,  é que o reforço seja do mesmo laboratório. 

Janssen

A vacina produzida pela Johnson & Johnson é a única aplicada em dose única. Porém, no fim de agosto, a farmacêutica apresentou um estudo indicando que a aplicação de uma segunda vacina resultou em níveis de anticorpos de ligação nove vezes superiores aos níveis vistos 28 dias depois de as pessoas receberem a primeira dose.

Diante disso, a empresa pediu autorização à agência reguladora dos EUA para uso emergencial do reforço em todas as pessoas acima de 18 anos e que receberam a dose única. O FDA faz reunião hoje e amanhã para responder à requisição do laboratório.  

´´R7“

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