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Há 92 internações em UTIs públicas e 55 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 30% para UTIs e 10% em enfermarias

Domingo (10): Mato Grosso registra 541.012 casos e 13.851 óbitos por Covid-19

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SAÚDE

Por Rose Velasco

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde No domingo (10.10), 541.012 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.851 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 154 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 541.012 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 2.498 estão em isolamento domiciliar e 523.981 estão recuperados. 

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 92 internações em UTIs públicas e 55 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 30,46% para UTIs adulto e em 10% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (112.160), Várzea Grande (39.153), Rondonópolis (38.076), Sinop (26.093), Sorriso (18.317), Tangará da Serra (17.770), Lucas do Rio Verde (15.663), Primavera do Leste (14.734), Cáceres (11.876) e Barra do Garças (10.573).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 404.835 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 85 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No sábado (9.10), o Governo Federal confirmou o total de 21.567.181 casos da Covid-19 no Brasil e 600.829 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 21.550.730 casos da Covid-19 no Brasil e 600.425 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste domingo (10.10).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

´´MT.Gov.Br“

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Covid-19

Reforço com vacina diferente é mais eficaz contra vírus, diz estudo

Publicados

em

Por R7

Cientistas dos Estados Unidos pesquisaram a eficácia do reforço da imunização contra a Covid-19 de forma homóloga (mesma vacina) e heteróloga (vacina diferente) dos três fármacos aplicados por lá: Janssen, Pfizer e Moderna. O estudo mostra que a aplicação do reforço de farmacêuticas diferentes apresenta melhor resposta imune, na comparação com a dose extra do mesmo produto. A pesquisa foi publicada em pré-impressão no site medRixv, na quarta-feira (13), e ainda precisa da validação de outros cientistas. 

O ensaio foi feito com 458 voluntários, em dez lugares dos EUA, e em duas fases de pesquisa clínica. Todos os participantes receberam uma das três vacinas e não tinham sido infectados pelo Sars-CoV-2, pelo menos 12 semanas após a imunização completa. Desses, 154 pessoas receberam reforço da Moderna; 150, da Janssen; e 154, da Pfizer.

Os resultados primários, apresentados de 15 a 29 dias após a aplicação, indicaram que, com qualquer combinação de vacinas, o reforço aumentou a produção de anticorpos neutralizantes de 4,2 a 76 vezes e a produção de anticorpos de ligação de 4,6 a 56 vezes. Com imunizantes iguais a produção de anticorpos de ligação cresceu de 4,2 a 20 vezes. Já com doses diferentes o aumento foi de 6,2 a 76 vezes mais eficaz.

Os anticorpos neutralizantes destroem o vírus. Os anticorpos de ligação se unem ao vírus, mas não o matam nem evitam a infecção. Em vez disso, alertam o sistema imunológico sobre a presença da célula estranha e leucócitos são enviados para destruí-la. 

O surgimento da variante Delta e a queda da imunidade após seis meses do esquema vacinal completo levantaram a questão sobre as doses de reforço para conter a pandemia. Na maioria dos países, elas estão autorizadas para idosos e imunodeprimidos.

No Brasil, o Ministério da Saúde orienta que a aplicação extra seja, de preferência, com a Pfizer, independentemente do produto usado antes. A indicação do FDA (agência reguladora nos EUA), no entanto,  é que o reforço seja do mesmo laboratório. 

Janssen

A vacina produzida pela Johnson & Johnson é a única aplicada em dose única. Porém, no fim de agosto, a farmacêutica apresentou um estudo indicando que a aplicação de uma segunda vacina resultou em níveis de anticorpos de ligação nove vezes superiores aos níveis vistos 28 dias depois de as pessoas receberem a primeira dose.

Diante disso, a empresa pediu autorização à agência reguladora dos EUA para uso emergencial do reforço em todas as pessoas acima de 18 anos e que receberam a dose única. O FDA faz reunião hoje e amanhã para responder à requisição do laboratório.  

´´R7“

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