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Sindicatos recorrem a Botelho pela reestruturação de carreira

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Em defesa da aprovação e da reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários – PCCS, os presidentes dos sindicatos dos Escrivães de Polícia Judiciária Civil (Sindepojuc) e dos Investigadores (Sinpol), recorreram ao deputado Eduardo Botelho (DEM), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa – ALMT, para pedir apoio junto ao governo do estado.

Botelho se reuniu com os representantes dos sindicatos nesta quarta-feira (1º), na Casa de Leis, e reafirmou o compromisso em lutar pela valorização dos servidores públicos. Ele pediu o agendamento de uma reunião com o secretário de Estado de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra Guimarães dos Santos e os sindicatos, em data a ser definida conforme agenda do secretário. “Vou apoiar a luta dos servidores públicos, inclusive, os da segurança pública!”, garantiu Botelho.

De acordo com o presidente Juliano Peterson (Sindepojuc), o apoio da Assembleia Legislativa é fundamental para que a proposta seja aprovada, atendendo aos anseios dessas categorias que compõem a Polícia Judiciária Civil.  

“Os policiais civis já estão há três anos sem aumento real, sem sequer RGA [Revisão Geral Anual] e o deputado deu apoio a nossa reivindicação, ou seja, assim que o projeto chegar na Assembleia, vindo do Executivo, ele vai nos apoiar. Saímos satisfeitos com o apoio que o deputado nos demonstrou”, afirmou Peterson.

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Gláucio Castañon, presidente do Sinpol, explicou sobre as demandas e as complexidades da atribuição do investigador e do escrivão de polícia. “Também falamos sobre a necessidade de uma readequação salarial compatível com o cargo. O deputado foi bastante realista e saímos satisfeitos com a demonstração de apoio a nossa causa”, disse Castañon. Também participou o investigador Arley Xavier.  

PCCS – A reestruturação do PCCS de escrivães e investigadores foi elaborada pela Comissão Especial para a Elaboração de Estudos para a Reestruturação das Carreiras de Escrivão e Investigador de Polícia Judiciária Civil e aprovado pelo Conselho Superior de Polícia, que é formado por diretores da PJC. Agora, a proposta será apresentada ao governo e prevê as seguintes alterações:

– Muda a terminologia “grau” superior por graduação superior;

– Reconhece os cargos de escrivão e investigador como técnico-científico;

– Estabelece como requisito para progressão à classe especial a comprovação de lotação por cinco anos no interior do estado (para quem for ingressar na PJC);

– Diminui os níveis de 10 para 8;

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– Reconhece o tempo de serviço prestado às Forças Armadas para progressão de níveis;

– Apresenta proposta de tabela salarial e estudo de impacto.

No entanto, há outras reivindicações que não constam na proposta. São elas:  

– Novas atribuições dos cargos (serão analisadas por outra comissão e posteriormente apresentadas);

– Unificação dos cargos de escrivão e investigador criando o cargo de oficial de polícia judiciária (é uma matéria importante que deve ser discutida);

– Aumento de classes (não está em discussão). Continuam as classes A, B, C e Especial;

– Aumento de interstício entre as classes. Continua sendo 3 (anos) e 5 (anos);

PCCS – O Plano de Cargos, Carreiras e Salários analisa, atualiza e equaliza a estrutura dos seus cargos e funções, além de estabelecer as regras de administração salarial e definir parâmetros justos e técnicos.

Fonte: ALMT

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Oitenta famílias de Poconé ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II

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Foto: ROBSON FRAGA / ASSESSORIA DE GABINETE

Cerca de 80 famílias de Poconé (100 km de Cuiabá) ainda aguardam a entrega das casas do residencial Guatós II. Os imóveis fazem parte de um conjunto de 200 habitações populares que começaram a ser construídas em 2012, com recursos (R$ 13 milhões) do programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Federal, em parceria com o Estado e a Prefeitura.
As primeiras 120 unidades, no Guatós I, foram entregues em janeiro de 2017, cinco anos após a assinatura do contrato, por intervenção do atual deputado estadual Wilson Santos (PSDB); na época, secretário de Estado de Cidades. De lá pra cá, as obras emperraram e as casas do Guatós II foram invadidas e depredadas. Agora, estão vazias aguardando apenas acabamento. Redes de água e energia já estão prontas.
Semana passada, durante as comemorações do aniversário de Poconé (21.01), Wilson Santos esteve no local. O deputado conversou com populares e autoridades e apurou que para concluir as obras são necessários R$ 500 mil.
“Quando cheguei à Secid as obras estavam paradas. Fui à Poconé e fiz o compromisso de entregar 120 imóveis até janeiro de 2017. O compromisso foi cumprido, mas com o fim do Governo da época as obras pararam. Estou retomando esta luta para que as últimas casas sejam entregues ainda este ano”, disse o parlamentar.
“Fiz indicação ao governador e já entrei em contato com a empreiteira e com a Caixa para tratar do financiamento. As 80 famílias já foram selecionadas pela prefeitura. Se não houver orçamento do governo para concluir o projeto ainda em 2022, ou impedimentos por ser um ano eleitoral, vou destinar os R$ 500 mil que faltam através de emenda parlamentar. Estas famílias não ficarão sem suas casas”, garantiu Wilson Santos.
Financiamento – Os 200 imóveis dos residenciais Guatós I e II fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida que contemplou, em 2017, 120 famílias com renda de até R$ 1.800 por mês. O valor médio das prestações é de R$ 80 mensais, mas variam de R$ 25 a R$ 120 de acordo com a renda familiar. O prazo total do financiamento é de 10 anos.
 

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Fonte: ALMT

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